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NÃO VOU CONTINUAR AJARDINANDO SEU CORAÇÃO!
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Vidas cheias,

mas quase vazias!


Vidas vazias,

mas quase cheias!...


Repercutem sinais de tédio,

desânimo e languidez !


Brilhos espalham nos olhos revelando uma profunda ausência e a fogueira da festa nada representa neste momento que almejo improvisar um sorriso!


Tento desmedir os tantos passos que sobrecarregam o chão, mas o coração permanece inalterado por  não entender a sinopse do fim!


Oh! solidão... canso-me de ser o seu sinônimo neste esfrolar dos meus olhos que se fecham

por conhecer, sobretudo, tantos lugares repetidos!


Malacafento coração que de tanto insistir viver amando depura a malacia de existir!


 Mas o que fazer quando a

vida perdura no encher dos vazios e no esvaziar do cheio?


Vivo com a fluorescência do seu (des)amor!


Não me outorgarei a tristeza de viver fluorescendo!


Quero florescer mesmo que eu busque outro  habitat neste infinito espaço de fertilidades tão raras!...


Mas não vou permanecer ajardinando em solo tão árido como o seu coração!


©Balsa Melo

02.07.06

Cabedelo -PB

BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 07/09/2007
Código do texto: T642545
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)