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Vida Efêmera

O Homem Pensante

O que estas pessoas viventes de uma era da informação que a denominam do conhecimento, de um mundo totalmente globalizado e desenvolvido, fazem do respeito e do direito a sensibilidade? O que estes “Gênios da humanidade" dispostos em saltos altos, fazem dos infelizes desconhecidos? O que o próprio homem faz de si mesmo? O que estes indignos seres humanos fazem do seu próprio lar?
Como entender um mundo abstraído pela avareza, supostamente, sem dores, sem afetos, sem verdadeiros sentimentos? O pífio da ingenialidade, os patéticos do sistema neoliberal, sujeitos que subestimam até pensamentos que ainda compõe o intimo das outras pessoas. Indivíduos que não sabem por que vivem, desprezam o indesprezível, estes são mais que alheios às realizações pessoais, muitos ainda têm a ousadia de acreditar que felicidade se restringe na mera apropriação de bens materiais. Digo a vós... Coitados de vós. Enfim, são pessoas que não compreendem os sinais de Deus para a suas vidas.
Nosso mundo, infelizmente, está contaminado por indivíduos individualistas e que vivem alienados ao amanhã, e, estes, sem degustarem de seus momentos com mais intensidade são abstraídos pela depressão que vai destruindo-lhes aos poucos.
Penso que bom seria, se todos soubessem desfrutar de sua vida com mais carinho, compreendessem que as perdas são inevitáveis, e, necessárias ao mesmo tempo em que com elas passamos a dar mais valor as pequenas vitórias e a tudo que desprezamos.
Nosso mundo necessita de pessoas pensantes e críticas, mas com os olhos empreendedores, tais quais tiverem consigo, logo quando avistarem as dificuldades, que elas são para criarmos coragem e caminharmos com nossas próprias pernas em busca da nossa felicidade.
Ah... E... Em questão de humildade?... São poucas as pessoas que tem conhecimento a seu respeito, e por isso nada melhor do que esta minha frase para questionar os “donos do mundo” (em seu intimo): “Quem não é humilde, não põem em prática o seu conhecimento e engana a si mesmo fingindo conhecer o inconhecido”.
Para tanto, tudo isto é fruto de uma sociedade medíocre, materialista, hipócrita, e antiética, ou melhor, não sei se ainda podemos utilizar esta palavra “ética” ou “antiética” no cenário caótico em que convivemos. Atualmente enquanto uns morrem de fome, sem condições mínimas de sobrevivência, outros morrem de anorexia, com fartura a mesa. Buscam um sucesso que nada tem de sucesso e passam à vida inteira no seu pequeno aglomerado de pensamentos fúteis.
CHEGA! Vamos acordar para a vida, deixemos de tripudiar-nos para os tripudiadores. Deixemos os paradigmas do capitalismo e voltemos ao mundo consorte dos pensamentos benéficos, sejamos conscientes da vida que vivemos e da que vamos viver. Se é que acreditam que há vida após a morte!
Tudo passa tão depressa na nossa existência, e por este motivo, não é interessante que pensemos sempre na existência de uma segunda chance para falarmos que amamos alguém, para perdoarmos nossos amigos, para vivermos intensamente o que não vivemos. Ouso dizer que, nos filmes fictícios e novelas sim, mas a realidade, infelizmente, difere do sonho...
ARNALDO FILHO Lima da Silva
Enviado por ARNALDO FILHO Lima da Silva em 01/10/2007
Código do texto: T675716

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Sobre o autor
ARNALDO FILHO Lima da Silva
Araguaína - Tocantins - Brasil, 29 anos
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ARNALDO FILHO Lima da Silva