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                              Fonte: Foto Denise Severgnini                         


               
NIQUINHO, MEU AMOR


          Depois de um dia inteiro, cheia dos teus carinhos, preciso voltar para casa.
          Não tenho ninguém aqui para me afagar com a tua lambida, única e inconfundível...
          Da tua lembrança, resta-me a vaquinha Mocha, da qual arrancastes os olhos, com teus dentes afiados.
          Já sinto a falta que me fazes, quando tentavas morder as pontas dos meus dedos, enquanto eu coçava tua barriga, e, os pêlos do teu rabo.
          Não fosse a distância, amanhã iria ver-te, e depois, e depois... enfim, todos os dias desejaria deslizar meus dedos toda a extensão do teu corpo másculo.
          Coisa boa de se fazer é ficar à toa, acariciando o teu corpo, começando pelas tuas orelhas e percorrendo, com as pontas delicadas de minhas unhas, todo o seu corpinho fofo e gostosinho. 
          Eu não sei se resistirei por muito tempo a tua ausência, mas, tu sabes que nosso amor nunca daria certo.
          Deixo-te agora, registrando nestas linhas, todo meu afeto por ti.
Lili Maia
Enviado por Lili Maia em 06/01/2006
Reeditado em 07/02/2006
Código do texto: T95034

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Sobre a autora
Lili Maia
Curitiba - Paraná - Brasil
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Lili Maia