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fin(do)...

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Um dia, hoje, chego a casa, chego aqui e encontro a minha cara na cabeça do corpo sentado com a auréola do candeeiro sobre a cabeça.
Procuro a minha mulher e encontro-a a ler o jornal na sala de perna traçada, o meu coração acalma!
Depois da cumprimentar, longa e suavemente, pergunto-lhe: Quem esteve no "meu" computador?
Ela nem deu pelas aspas, pois também não as fiz. Diz-me: Já viste a Sofia?... Está no quarto dela.
Vou à procura da Sabedoria...
Como isto se trata de acabar um romance,
imagino-a a responder:
- Experimentei "Deus" e "deus" e "eus"... deu!, não tenho culpa!?
Vou ler o que escrevi e ela leu, isto... se não apagou a memória do PC?

{Mudo-me para a escrivaninha do Assim, o endereço é assim:
...}
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 26/01/2006
Reeditado em 05/02/2006
Código do texto: T104307
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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