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suaves suspiros I

Li a tua carta sem pressa, como se estivesse a pensar e isso me distraísse. Tanto que, ainda agora, não acabei de lê-la começando a escre_ver-te...
Queres saber o que me distrai? Estou a pensar o que te irei responder, quero reproduzir o efeito que provocas em mim: as tuas cartas são contos, contando histórias.
«Dir-te-ei em suaves suspiros o que levo enrolado na palma da minha mão. Mas antes…»
Este teu modo de escrever arrebata-me, como a onda leva a bola da praia ou transportas a minha imaginação para ti!
Pensei escrever como conto da minha carta, a leitura da tua. Cada vez acho mais estranha a nossa correspondência, só sei tentar uma explicação: a realidade quase já não conta! A literatura está a ficar literal: sou o que imagino, imagino o que somos e somos... como gomos, melhor, metades, hemisférios.
Rodo atrás de ti, através do espaço, juntos somos um planeta? Como se és uma estrela!? Não acabei a minha última carta dizendo isso: "Fico feliz, iluminado por ti!"

{Darei continuação a esta "carta" no fim-de-semana, até lá... Abraços!!
Saudações Recantuais!!}
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 11/05/2006
Código do texto: T154317
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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