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suaves suspiros II

As palavras têm vida própria, vêm com os momentos; pertencem-lhe, pertencem ao tempo. É Domingo, lembro ter uma carta que é um conto, para continuar.
Tenho de te ler e me ler, melar-me e suspirar, com suavidade... Tenho saudades tuas, mas gosto de te inventar. Tenho gosto nisso... O que até me parece estranho, eu - que gosto de viver sobre o sigo da realidade, entrego-me ao real da imaginação e da palavra com uma confiança quase cega, um sossego...
O dia está primaveril, mas o céu nítido não está limpo..., nuvens leves viajam suspensas. Quero para paisagem, a musicalidade da voz, como a imagino na tua leitura e a faço erupção minha, em nós. Gosto deste lado eruptivo da comunicação, a imaginação que, a qualquer momento, se liberta... lava!
Como costumamos dizer, da sabedoria popular, não há duas sem três (quando, certo é não haver duas sem uma), espera por Suaves Suspiros III. Isto quer dizer que hoje nem chego a saber o que queria dizer, nem vou pensar nisso.
Beijo-te como a onda lambe a praia e (se) faz... em espuma! Beijos... Até ao próximo Domingo? Bingo??
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 14/05/2006
Reeditado em 14/05/2006
Código do texto: T155842
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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