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Fatos e Cogitações

    Hoje está chovendo na cidade do Rio de Janeiro. Normalmente são melancólicos os dias de chuva, mas esse não. Deito-me dobre meu caderno para escrever a respeito daquela que me ocupa o pensamento. Mas o que escrever sobre ela? Que é linda, meiga, roamntica como poucas, carinhosa e que sabe o ser sem que seja chata? Parte do que for colocado aqui será cogitação e parte fato.
    Cogitação:  Nos encontraremos, conversaremos a respeito de vários assuntos. Num dado momento, aquele em que não se tem mais o que falar, em que, sem perceber, você umidece os lábios, olha nos olhos e depois a boca, se aproxima vagarosamente e antes de permitir o encontrar dos lábios, olha nos olhos mais uma vez. Essa será sua visão antes que eles se fechem, o sangue se agite na dança vermelha e ritimada pelas veias. As mãos, percorrerão a lateral do rosto, irá a nuca, aos cabelos  e depois deslizará ate as costas. A respiração sera sentida forte e lenta, após o primeiro beijo iremos nos olhar talvez um pouco desconcertados. O primeiro beijo sem sombra de dúvidas e bom. Andaremos de mãos dadas sentindo aquela sensação diferente, e na hora da despedida será dado o último e caloroso beijo, quele que deixa um gosto de quero mais, que da vontade de não ir e nem deixar que ela va embora. Depois de já ter ido, trocaremos mensagens dizendo o quanto foi boa a noite e como estamos ansiosos para repetir.
    Essa foi a cogitação, agora atenhamo-nos aos fatos. E o fato é:
Quero que a cogitação se torne fato o mais rápido o possivel. Desde o primeiro dia penso nela, e cogito mil coisas, de probabilidades a passeios de mãos dadas na praia ao entardecer. É fato que quero muito conhecê-la, ainda não a vi pessoalmente e ela já habita em meus pensamentos. Ontem ela falou que também resido em parte do que ela pensa. É fato que quero arriscar, experimentar o veneno do escorpião, já fui avisado em que casa de marimbondos estou pondo a mão, mas não ligo. Também não medirei tal momento em tempo, mas em intensidade ( torço pra q dure bastante tempo, mas nem sempre é possivel). E seja o que tiver de ser, as coisas só duram o tempo que merecem. No momento ainda chove, então, não tem problema se me molhar um pouco, que o vento sopre, que o destino fale,  que as bocas beijem.
 
Símio
Enviado por Símio em 24/10/2007
Código do texto: T708039
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Sobre o autor
Símio
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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