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quarto minguante

Só mesmo para final de festa falaria da vizinha, isto depois de dizer que não foi judiaria tropeçar no cão e não há nenhum judeu nesta história, embora a vizinha possa ser judia se isso não lhe alterar o penteado. Desse aspecto trata ela, pintando, penteando, desenhando, coreografando a cabeleira.
Só ela sabe que... hoje é uma maldade, pois, por muito que diga, nunca direi nada... As estrelas brilham nos seus olhos, o Sol, a nossa estrela diurna, brilha nos seus dentes, cabelos, olhos, pele, unhas... tudo nela é brilhante!
Só mesmo ela traria motivos suficientes para completar o quadro com que termino esta série de micro-contos em forma de colar caindo no seu colo num trabalho de ourivesaria com pérolas da imaginação quando me acolhe entre suas pernas, encosta a minha cabeça aos seus seios e fica-me acariciando os cabelos, para me soltar a imaginação! Não podia ficar melhor sentado, nem mais bem encostado, fico por aqui neste “quarto minguante” onde, como sabem!..., a lua é mentirosa.
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 24/11/2005
Reeditado em 01/12/2005
Código do texto: T75778
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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