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A PORTA




19/10/05



Até meus 10 anos, mais ou menos, só me aconteciam pequenas coisas sem grande importância, que apenas me deixavam realmente pensando que vivia no mundo da imaginação fértil, nada me assustava. Mas num domingo, eu acordei na hora de sempre (por volta das 8 da manhã) e como tudo estava muito calmo, resolvi ficar curtindo mais um pouco minha amada caminha. Meu pai foi ao banheiro, q ficava anexo ao nosso quarto (meu e da minha irmã), e eu fechei os olhos e fingi q estava dormindo, para poder ficar mais um pouco. Quando ele saiu, fechou a porta e desceu as escadas (morávamos num sobrado), abri meus olhinhos e fiquei lá, sonhando acordada,  perdida nos meus devaneios.
Foi quando a porta do banheiro se abriu... aí assustei... quem estaria lá com ele?
Mas não era ninguém visível.... absolutamente nada... apenas o trinco abaixou, a porta abriu, e ficou balançando de um lado para o outro... com o trinco abaixado!
E lá vou eu de novo pra debaixo das cobertas, tremendo e suando de pavor (como não suporto isso!)


Edilene Barroso
Enviado por Edilene Barroso em 09/09/2006
Código do texto: T236013

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Sobre a autora
Edilene Barroso
Campinas - São Paulo - Brasil, 53 anos
192 textos (21461 leituras)
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5 e-livros (337 leituras)
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Edilene Barroso