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E AGORA?




16/11/05.



Bem, quando voltei à minha vida normal, eu não sabia bem agora o que faria em relação às minhas crenças. Nem pensar voltar àquela “escravidão” religiosa que vivi, e não podia mais ignorar o Papai, depois do que tinha acontecido.
Desde que eu tinha tido minha primeira experiência assustadora na primeira casa em que moramos depois de casada, eu via um vulto negro, bem diferente do “fantasma” de lá, que quando passava por alguma porta (eu o via saindo, de costas), morria alguém que eu conhecia ou que morava próximo a mim, geralmente no prazo de três dias. Para me “tranqüilizar”, minha filha era muito adoentada, tinha crises de febre altíssima constantemente, vivia tomando antibióticos desde os 6 meses de vida. Como aquele vulto em nada me ajudava, muito pelo contrário, pedi ajuda ao Papai... pedi que não mais me deixasse ver, eu não queria mais ver nada, ninguém que não fosse físico, e com tanta convicção, que fui prontamente atendida.
Desde então, não vejo mais o que não quero, e quando quero, e aprendi como é fácil controlar tais coisas, como tudo em nossas vidas: acreditando sem sombras de dúvidas, com o pensamento fixo e centrado no que queremos. Isso é o que é chamado de FÉ.
Simples, não é? E quem disse que tem que ser complicado? Os mesmos que nos escravizam, com certeza. Não se deixe enganar. Não existem mistérios, nem complicações, tudo no mundo atua em harmonia, com precisão, e está aberto a todos igualmente.
Aprenda você também: ninguém é mais do que você, somos todos iguais aqui, vindos da mesma Origem, com todas as qualificações necessárias para sermos e fazermos tudo o que realmente nos propusermos. Basta apenas saber utilizar nossa força interior, ou nossa própria deidade.


Edilene Barroso
Enviado por Edilene Barroso em 14/09/2006
Código do texto: T239848

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Sobre a autora
Edilene Barroso
Campinas - São Paulo - Brasil, 53 anos
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5 e-livros (337 leituras)
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Edilene Barroso