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Parábola pouco provável

Plínio Pedrosa Pompeu, pequeno príncipe primogênito, proclamado previamente Pretor português, perdeu-se pequenino para pirataria, possivelmente procurando por proteção para peste pulmonar precipitava profligar Portugal. Pobre pequeno, privações profundas prevejo para Plínio, pensava Pompeu pai, porém padeceria piores pesares permanecendo português. Precipitou-se, porém, papai Pompeu, pois pequeno príncipe passaria para posteridade por perdido.

Partiu Plínio, passaram-se primaveras.

Posteriormente, perdido passado principesco, pouco pareceu-se pequeno Plínio por príncipe, progrediu para proclamar-se potente Pompeu Pancadão, poderoso pirata pagão. Promovia pancadarias, projetava pandemônios, praticava pérfida pirataria pelas praias. Percorreu perigosamente pelo Pacífico, passando por Panamá, Peru, Paraguai. Pilhou portos, prefeituras, palácios, povoados, pegando pertences, pedras preciosas, pinturas, papéis públicos, patrimônio palpável para permitir provisões para pirata permanecer. Pompeu Pancadão periclitava-se por prazeres perigosos, perdeu perna para peixe-serra, permanecendo perna-de-pau perneta por período penoso. Pelo pirata Pompeu Pancadão pendurava-se pequena papagaia parda, Paulette Parrot, pintada para parecer pássaro-preto, projetando palavrões para provocar pessoas propensas para problemas psicológicos: palhaços, panacas, punheteiros, piranhas, porcos, putos, prostitutas, peidorentos, pulhas. Pois Paulette Parrot prestava pouco, perseguia perversamente patos, pintos, pelicanos, pombos, pintassilgos, podando penas, patas para produzir penachos procurados por peruas parisienses. Paulette prejudicava Pompeu para praticar piedades.

Porém, padre Pelágio, pároco protegido pelo patrono Papa Ponciano, pego pelos pais-nossos pedidos pelo peregrino penitente português Pompeu pai, prometeu procurar príncipe perdido para pátria portuguesa. Prazer particular para padre Pelágio poderia produzir, pois possuía propensão piedosa para pescar pobres pessoas perdidas. Pensava: prevalecerá preferência popular pela promessa paradisíaca, pelo perdoar pecados passados, pela paixão pelo Pai. Portanto, pegou papéis papais, panfletos para passar para penitentes, precipitou-se para procurar Pompeu Pancadão.

Podemos predizer perfeitamente passos-a-passos previstos para pessoas pelos planos projetados pela Providência? Padre Pelágio partiu para procurar Pompeu, perguntando, pedindo pistas percorreu pastos, picadas, passou por pontes, palácios, pântanos, porém precisou pernoitar pois parecia perdido. Procurou pouso pacífico pelas propriedades, parou perante pousada pouco produtiva, pobre, parca. Pediu por pão, peixe, porco pururuca, passas, pudim. Parecia pálido, permaneceu paralisado, pudico, perturbado perante presença piromaníaca. Paula Prost, prostituta performática, provocava pornograficamente prazer prostrando pés, pernas, peitos, piercings, perucas. Pelada, projetava peçonha perante pobres presentes. Padre Pelágio previu paixão, propôs precipitadamente parceria, por Paula perderia posto, perderia paróquia, perderia provavelmente Paraíso. Porém, Paula Prost pertencia publicamente Pompeu Pancadão. Porém, Pompeu pagava pouco. Pensativa, Paula preferiu perder-se pela paixão primeva. Pois poderia posteriormente promover-se pessoalmente para Papa Ponciano. Partiram pelas paragens para perderem-se por povoados, praticando perversões pouco perdoáveis.

Pompeu Pancadão pilhava pessoas por produtos. Porém, por permanecer pão-duro privou-se permanentemente perder-se por Paula Prost, pelas pernas parrudas, perfeitas, pelos peitos provocantes, protuberantes. Pegou Paulette Parrot pelo pescoço, projetou-a pela praça para permanecer prostrado pensativo pelo pátio, perguntando-se porque perturbava-o pequenas palavras pares piscando pelo pensamento: perdeu playboy.
JLM
Enviado por JLM em 11/08/2011
Código do texto: T3152788
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Sobre o autor
JLM
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