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Texto
Pedofilia...

Ela só tinha 6 anos e ele 40.Tio e sobrinha...uma história ...

Toda noite tinha um jogo de baralho na casa dos tios ,na sala,todos os adultos jogando e se divertindo,,,
a mãe da garotinha os tios e os amigos,
Quando dava sono nas crianças elas iam procurar um lugar pra dormir
os irmão da menina iam para o quarto da prima e ela coxilando na cadeira, era levada no colo pelo tio para a cama do casal.
e toda noite acontecia a mesma coisa....

Ela sentia uma mão a acariciando e acordava assustada,
queria levantar e ele a prendia nos braços,e beijava sua boca para que não gritasse.

-Ela dizia:
-Para tio ! quero sair ..
ele ria e dizia..
- Fica quietinha..não vou fazer nada,você é a minha queridinha.
Ela ficava paralizada de medo,ele tirava sua calcinha,e a alisava,
ela chorava baixinho,ele dizia,
-Você não ia querer que eu colocasse sua mãe e vocês pra morar na rua não é?
se você ficar quietinha vocês podem continuar morando aqui até que arrumem um lugar pra ficar.

Ela era pequena,mas entendia a situação.estavam ali de favor a tia,-irmã da mãe- os deixava morar ali por caridade, uma mulher e cinco filhos,marido doente...a mãe nem jogava só ficava vendo o jogo.
E enquanto isso nos quarto...

O tio passava a lingua por todo seu corpo ,ela não gritava,só as lágrimas que corriam silenciosas demostravam sua dor..

de vez em quando ela dizia:
-Por favor,deixa eu sair !

Ele ria.
Tirava seu membro e encostava no trazeiro dela,e ficava esfregando e gemendo
esfregava na frente,e gemia ele era tão pequena...e só chorava,

Ficava pedindo a Deus,rezava o pouco que sabia, mas Deus não a escutava.

E ele se esfregando beijando,lambuzando..
até que que de repente,um jorro e ele caia por cima dela,sujando-a com aquela coisa branca ,nojenta.ainda a segurava por um tempo,ele parada,amedrontada,ele pegava um pano passava nela e a mandava colocar a roupa e ir pro banheiro tomar banho.bem escondidinha pra ninguem ver.
e ela ia...debaixo do chuveiro frio,chorava e chorava,até cansar,lavava a roupinha debaixo do chuveiro,e escondida colocava no varal, vestia outra roupa e dessa vez,ia deitar com os irmão num colchão do quarto da prima.

Um ano....um ano de tortura .durante o dia ele trabalhava e ela não o via,mas tinha medo da noite, e ficava no colo da mãe, mas acabava dormindo e o tio solicito dizia:
-deixa eu por ela na cama... e começava tudo de novo.A vezes ele colocava aquilo na boca dela ela vomitava...uma tortura !
Um dia a mãe arrumou uma casa e mudou-se com todos..,mas ele( o Tio) pediu,deixa a princesa aqui, ela gosta tanto,e vcs vão morar perto dá pra vê-la todo dia.
A mãe pensando que era melhor pra filha deixou,a casa era boa. não passaria necessidade, eram parentes, e deixou a criança no inferno...
Não era culpa dela. ela tinha que trabalhar e alimentar os outros filhos.E nem podia adivinhar o que acontecia com a filha.
um dia dois anos depois ele ficou doente e teve o castigo...Lepra.foi para um hospital de onde saiu morto, a menina voltou pra mãe,e quando lhe contaram da morte dele ela só pode rir, e acharam esquisito.mas deixaram pra lá,a menina não quis ir ao enterro e não a levaram,ela só estava feliz por ele ter morrido,já estava com quase nove anos, e ja sabia muitas coisas,ele não tirara sua virgindade, mas tirara a sua inocência.
Usara e abusara dela por tempo suficiente pra deixar uma cicatriz na sua alma,

Ela se recuperou...nunca mais pensou naquele desgraçado,e colocou uma pedra na história. nunca contou a ninguem, só muitos e muitos anos depois, resolveu contar pra essa amiga aqui,e concordou em expor  pra servir de alerta...para pais que não tomam conhecimento do olhar dos seus filhos, as vezes um olhar conta tanta coisa, se alguem tivesse visto o olhar dela,,,mas ninguém viu....ainda bem que ele morreu,,,e está bem morto.


Por causa dessa História escrevi esse acróstico;


PEDOFÍLIA



P rotejam cuidem de nossas crianças
E las não merecem esse caminho
D eixem que elas tenham esperanças
O lhem seus olhos, cuidem delas com carinho
F açam com que tenha diretrizes
I  nocência deve ser preservada
L ivres devem ser sem que deslizes
I  nflijam nelas  dores incuradas
A me-as e deixam -nas serem alegres e felizes.








Vera Feliz
Enviado por Vera Feliz em 12/02/2012
Código do texto: T3495389
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Sobre a autora
Vera Feliz
Serra - Espírito Santo - Brasil, 60 anos
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