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A missão de Ana.

Ana, acordou , e ficou surpresa por não estar em seu quarto, lebrava, bem da noite anterior em que servirá o jantar para as crianças, e depois de colocá-las para dormir, tomou seu banho como de costume e deitou-se na sua cama.
Tentou lenvantar-se, mas o peso do seu corpo não permitia, parecia que estava tudo paralizado, a porta abriu suavemente, e entrou uma srª conhecida de Ana, sua avó carolina, só podia estar sonhando, pois sua vó havia falecido há mais de 10 anos.
- Olá querida! Estava ansiosa pelo seu despertar.
- Estou sonhando? você está do mesmo jeito vovó.
- È assim mesmo querida, no começo é difícil a adaptação, mas com o tempo você vai se acostumando.
- Não consigo mover meu corpo.
- Não se preocupe logo estará andando por tudo aqui, eu mesma estou encarregada de mostra-lhe todas as coisas.
Ana começou a chorar desesperadamente, o que estava fazendo ali, naquele lugar porque não acordava, por mais que se esforçasse não conseguir despertar daquele pesadelo.
Ana fora dormir tarde, estava preocupada pois seu esposo, tinha viajado a negócios e a há dois dias não dava noticias, Ana teve uma parada cardíaca enquanto dormia e veio a falecer, mas ainda não tinha se dado conta que já não pertencia mais a este mundo.
Seu marido fora avisado pela sua mãe, ninguém acreditava no ocorrido, Ana tão jovem, tivera partido com apenas 30 anos, deixando filhos tão pequenos.
foi um funeral triste todos amavam Ana, e a tristeza tomou conta daquela família.
Já há um mes do outro lado, Ana estava se habituando aquela casa, sua avó tornará sua melhor companheira no aprendizado naquele lugar, Ana não conseguia entender porque tivera que deixar seu marido e seus filhos tão cedo, de onde estava, as vezes tinha permissão para vê-los e acompanhava o sofrimento deles com sua ausência.
Dona Carolina levou Ana para conhecer seu trabalho ali, caminharam por vários jardins passaram por várias casas, até que chegaram numa casa, especie de casarão, era ali que Ana iria ficar, na Mansão dos Jovens.
- Aqui será seu trabalho querida.
- Mas como? O que farei? Essas pessoas estão acamadas, porque não andam como eu?
Dona Carolina explica tudo para Ana com calma e paciência, que ali ficam as pessoas que são depedentes quimicos, ou seja de alcool, ou drogas.
- As pessoas quando são viciadas e morrem trazem o mal do vício para cá e precisam de um longo tratamento e demoram na sua recuperação.
- Mas não conheço nada em relação as drogas, nunca tive contato com algum viciado, não vou conseguir, porque eu? Se desesperou, Ana.
- Calma filha, vou te contar, numa outra vida você foi uma pessoa que levava as pessoas ao vício, e foi preciso que voltasse lá tivesse filhos e os deixassem crianças para conhecer o amor de perder um filho, você tirou muitos filhos do convívio famíliar, você destruiu muitas pessoas, agora aqui terá a chance de resgatar sua divida para com eles, trabalhando na recuperação daqueles que você tanto prejudicou.
Ana não acredita no que houve ia precisar de tempo para aceitar tal situação, mas se está era a única maneira de ter seus filhos novamente com ela então iria aproveitar essa segunda chance.
E com lágrimas nos olhos, abraçou sua vó e disse:
Então ao trabalho minha querida, temos muita coisa a fazer por aqui.
Gely Arruda
Enviado por Gely Arruda em 29/09/2007
Reeditado em 30/06/2008
Código do texto: T673432
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Gely Arruda
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Gely Arruda

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