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ela estava mais
preocupado com as seduções
Por outros homens,
ainda que passageiras.
considerava que aquelas transar
pudesse ser também chamado de amor.
O amor que ela via ,e suas amigas diziam estar
vivenciando pareciam muito mais verdadeiros
do que aquele amor que ela tinha em casa, desglamurizado,
com cenas que pareciam em preto e branco.
"Sou uma besta", ela concluiu.
Eles viajavam de vez em quando,
transavam regularmente, riam das mesmas
piadas, mas a verdade é que ele não prestava
muita atenção nela,e ela ja não sentia o mesmo tesão mais
Havia se acostumado com sua presença.
Até que um belo dia ela pediu ,vamos dar um tempo
Arrumou a mala e se foi.
Cansou de não ser percebida como desejava
E só aí ele caiu em si,se sentiu perdido.
Somos, meu amigo, todos umas bestas.
A gente pode estar vivendo uma relação tranqüila,
satisfatória e afetiva, mas sempre tem a maldita janela
nos chamando lá para fora, iludindo a gente de que
há algo mais tentador, mais desafiante do que aquilo
que temos nas mãos.
Decidida, ela tomou seu rumo.
"O que faço agora?" ela se pergunta.
esqueça O sofrimento é a melhor coisa
cuide-se para não reincidir no erro e cair na rotina.
E da próxima vez, saia um pouco para a janela e veja
que lá fora o dia se renova todos os dias
é o amor tambem tem que ser renovado se não ele acaba
ficando monotono e sem graça,
ai aparece a nescessidade de conhecer outros amores.


Hedi Diniz
Enviado por Hedi Diniz em 15/07/2006
Código do texto: T194399
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Sobre a autora
Hedi Diniz
São Paulo - São Paulo - Brasil, 58 anos
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Hedi Diniz