Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

DOIS CONTOS DE RÉIS

Naquela manhã de domingo em algum período do tempo, sairam para almoçar; o Conde Arranho, a senhorita Shelock Holmes, o Príncipe da República de Uganda, que pertencia a dinastia de Hutus o simpático Guel Habyarimana, e o fraco de feição da Academia Francesa de Letra  Monsieur Souarreau. O restaurante foi surgerido pelo Conde Arranho,comida chinesa e japonesa pratos excêntricos, seguindo uma liturgia culinária. Durante o almoço tudo ocorreu em sua santa harmonia,chegaram até comentar do sarau da noite anterior, que havia acontecido em um clube em homenagem a uma emergente da sociedade a embaixatriz senhorita Katrina, onde os quatros estiveram presente.
Contudo na hora de pagar a contar deu inicio a guerra santa, porque foi sugerido pelo elegante escritor monsieur Souarreau, que o valor da sua refeição fosse debitado no cartão de credito do Conde Arranhos, de imediato o Conde se ofereceu para debitar para os demais, assim eles pagariam a ele depois. Porém o cartão travou ou não tinha mais limites, só sei que acabou debitando direto na conta do Conde.
Saíram todos em direção a carruagem da senhorita Sherlock, o príncipe de Uganda nos seus trajes preto, vermelho e amarelo cores do seu país,  junto com o Françês,  surgeriram passar em uma taberna para beberem algo e terminarem de comentar do sarau e outras coisas ...
Chegando na taberna, iniciaram logo a bebedeira, até o franzino do Conde Arranhos entrou na roda, abocanhou logo um copo de cerveja, os demais tambem abocanharam, e pareciam que ainda estavam com fome e pediram carne de javali, só sei que devoraram a carne em poucos minutos, enquanto o fraco de feição do françês(porém elegante) ficou comendo a cebola assada pois o mesmo não comia carne vermelha, e assim deram procedimentos aos diversos comentários, chegando até a citar à direitora da biblioteca do Palácio do Imperador, uma senhora de estatura mediana, alegre como as suas vestes que  não aceitava trabalhar com homens na sua administração.
Após  tomarem todas, os nobres pediram a conta, o garçon um belo mancebo, trouxe a conta já divida por quatro; sete réis para cada um, foi daí que iniciou a verdadeira cruzadas, quando o Conde Arranho se manifestou com o seguinte argumento:
_ Eu só pagarei 5 contos de réis porque só tomei dois copos de cerveja!
Os outros nobres ficaram catatônicos com a atitude do Conde, apesar que na corte já sabiam do  jeito que o Conde se relacionava  com as suas finanças. O françês deu uma de leso não quis opinar, a Senhorita Sherlock, fechou logo a sua bolsinha discreta, foi então que o príncipe de Uganda, em seu inglês colonial, pegou seu cartão e solicitou que efetuasse o pagamento,  os demais ficaram obstúpidos, porque o príncipe raramente tomava iniciativa, exceto para seus desejos obscuros. E quando todos já estavam de saída apareceu Hercule Poirot, a procura de sua Sherlock Holmes, e os cincos partiram naquela carruagem vermelha.
Marcos Soares Mariá
Enviado por Marcos Soares Mariá em 05/09/2005
Reeditado em 05/09/2005
Código do texto: T47738
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Marcos Soares Mariá
Recife - Pernambuco - Brasil, 46 anos
70 textos (16559 leituras)
1 e-livros (63 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 17:05)
Marcos Soares Mariá