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Foi

Confundi a sua astúcia com a cara da sua irmã de puta
Na fluminense esquina com a pernanbuca
Era assim que ela gostava de ser chamada
A irmã do broder
Diz ae brodeeeeeerrrrrrr
Cheio de balangandãs
Passava até um baseado
Na mão de playboy que toma balão
Mas num toma ralo
Quando ouvi ela dizer sabe quem é meu pai
Não pude conter a resposta
Sabe qual o tamanho do meu pau
Como proposta
O portão ta fechado
Eu pulo prendo o cachorro e  abro a janela do meu quarto
O cachorro não pode ver um negão que não para de latir
Se o cachorro era racista imagina o pai
De manhã na sala
Volta da ida pro trabalho de sopetão
Chama o camburão que é ladrão
Pula a janela da sala e o murro com uma mão
Fala Pernambuco o que você quer?
Um pegou no olho outro na cabeça uma benção no peito um rateirão
Sabe jogar capoeira Pernambuco?
Sua irmã ginga bem
Filho da puta vai morrer negão
Três meses tomando pau todo dia dos homi
Já nem sei aonde dói
Dói tudo
Então atira seu cusão
Hoje eu não vou entrar no camburão
Foi todo mundo
Nem sabia que conhecia tanta gente
Tem uns maluco que  não encontrava faz uma era
Mas não vai dar nada
Amanhã já estão nas ruas
Fazendo patrulha
Pernambuca puta dando a bunda.
Marco Cardoso
Enviado por Marco Cardoso em 28/09/2005
Código do texto: T54580
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Sobre o autor
Marco Cardoso
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil
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Marco Cardoso