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Mulher Sereia



Todos os dias a praia ela passava
Vento ao rosto, cabelos em desalinhos por lá ela ficara horas esquecidas, andavas sempre na mesma direção.

A praia era seu mundo, calada e  solitária, refugio para seus desmandos, sozinhas pensava;
_ “Talvez um dia virasse sereia, assim conseguiria navegar com o  mar”.

Desvendara todos os seus segredos, como seria a magia, do fundo do mar, que tanto a encanta.
Os dias passavam, na praia seu vulto longe podia avistar.

Naquela manhã de sol, a mulher solitária, não veio todos notaram sua ausência, e logo passaram a procuras na extensão da praia, seus poucos amigos, os pássaros, o vento.
Ninguém sabia falar.

Semanas depois, na praia as pessoas passaram a comentar: _ “a mulher da praia sumiu, afogaram-se as magoa no mar, somente o vento que uivará feliz, sabia, a praia estava bela, tinha musicar no ar”.


A voz suave parecia sempre na mesma hora, vinha sempre na mesma direção... Que melodia envolvente, só poderia ser de ser encantada.
No mesmo dia, todos já sabiam a mulher solitária, virou mulher sereia: e na praia a todos passou a encantar.


Dilene Moreira
Enviado por Dilene Moreira em 14/09/2007
Código do texto: T652405

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Sobre a autora
Dilene Moreira
Macapá - Amapá - Brasil
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Dilene Moreira