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O R G U L H O

Depois de enfrentar tantos espinhos e lutas, todos vencidos por ele em sua inabalável vontade de subir, foi chegado o dia em que lhe foi concedido o honroso título de majestade.
Cheio de orgulho, aprtir de então ele se julgava merecedor, não só das honrarias que eram devidas, mas também esperava merecer um pouco de descanso. No entanto, eram tantos os seus afazeres, tamanho era seu trabalho e tantas as revidindicações apresentadas pelos animais da floresta que sua majestade, o rei Leão, convocou o conselheiro de seu reino.
Ele não pediu...não lhe cabia pedir...exigiu do conselheiro  uma pronta solução para o seu reclamo. No dia seguinte, no jornal do Reino, na coluna "Procura-se", lia-se  em manchete: "O rei Leão está à procura de um suplente".
Vários foram os candidatos. O sábio conselheiro escolheu, dentre todos, o elefante, satisfazendo, assim, ao rei e aos outros animais, não só pela força que ele apresentava como pelo fato dele não comer carne.
A partir dai, o rei delegou competência a seu suplente para resolver todos os seus deveres. só os deveres, porque os direitos só a ele rei, cabiam.
E deitou-se na primeira clareira encontrada na floresta.
Estaria o Leão certo?
Amigos, de espinhos é o caminho que a roseira segue para alnçar a rosa que, depois de desabrochada, perfuma até os seus espinhos e não quer perdê-los, porque se os perder ela sabe que logo morrerá. Mas o leão não sabia desta verdade. Por não saber disto, descansando eternamente em sua majestade, foi logo presa fácil do caçador e hoje permanece enjaulado. Ele não perdeu o título, mas perdeu a majestade. O elefante, pelo contrário, pelo seu trabalho devotado, até descobriu que nem precisava falar em nome do rei para ser obedecido, pois todos o atendiam. Ele não recebera o título mas alcançara a mejestade.
Amigos, Humildade e paciência, para muitos, são espinhos que, por vezes, fazem doer, mas são os mais doces e ternos espinhos que nos levam em direção às rosas ... rosas de alegrias, paz e felicidade ...espinhos que não devem ser esquecidos nem abandonados, para que o orgulho, tal qual o Rei Leão, não faça fenecer a rosa conquistada por nós. O alcançar não significa abandonar aquilo que nos fez vencer.
Jaubert
Enviado por Jaubert em 08/10/2007
Código do texto: T686296
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Sobre o autor
Jaubert
São Paulo - São Paulo - Brasil, 60 anos
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