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Eu a amei por engano





A história que vou contar, é uma coisa meio louca; fala de um casal que se amava muito, era Agnaldo, e Marinalva eles se conheceram em uma festa que se realizava anualmente na Igreja católica de boa Esperança.  Ambos não tinha família decidiram viver, e Eles viveram juntos alguns meses, e um dia ela demonstrou que estava com ele mas na verdade não o amava.
 
A saída da cidade Era uma estrada longa uma subida suave em reta que sumia de vista; Nesse dia era ao por do sol, quando ela disse:- eu vou me embora, e não tente me impedir, por que já decidi; sem nenhuma explicação, ela vestiu-se com um vestido rosa de um tecido fino, leve quase transparente, que a deixava cada vez mais linda.

 ela era linda, tinha os cabelos longos! Agnaldo me disse sofri com a sua saída, mas nada eu pude fazer; acompanhei com os olhos a sua caminhada morro a cima, até chegar ao topo; eu via quando vento sacudia seu vestido, e levantava seus cabelos, até que começou a virar para descer rumo a rodovia. Foi  quando apareceu Rodrigo em um cavalo baio corredor; ele me viu, eu era a tristeza em pessoa; Rodrigo apeou do cavalo, e me disse vai monta e vai. Ainda é tempo de reverter a situação em seu favor.

Eu montei e em disparada eu subi e lá do alto a vi quando estava saindo na estrada; vinha uma carreta em alta velocidade, ela deu sinal e o chofer parou a alguns metros a frente; eu cavalgava em disparada, vi  quando na boleia ela entrou; Ela disse vai caminhoneiro mostra que é estradeiro não deixa o cavaleiro alcançar pra eu não ter que explicar; o caminhoneiro disse que não estava entendendo, ela disse:- terei que explicar que alimento uma paixão ele não deve saber; estou indo embora pois ele  não ia entender e com isso fazê-lo sofrer.

 o caminhoneiro parou o caminhão e disse:- Mulher eu não sei o que tu quer; um homem que persegue um amor, já é ele um sofredor. Ao se aproximar o caminhoneiro o chamou e perguntou:- que desespero é este amigo? O cavaleiro disse: - eu não quero te assaltar caminhoneiro, o que eu quero é com esta dona conversar; conversem digam um para o outro tudo que deixaram de dizer; acho que muita coisa tem que ser esclarecida  vai senhora, é hora de falar tudo que foi adiado

Ela saiu da boleia, sentaram os dois embaixo daquela arvore, e Agnaldo esperava uma explicação plausível para uma fuga repentina; se perderam um nos braços do outro, como alguém que se amava de verdade; ela tentava explicar, mas ele não queria ouvir. Ela então decidiu: - já que não quer ouvir o que tenho para te dizer-me deixa seguir. O caminhoneiro pacientemente disse acho melhor eu seguir minha viagem, pois assim vocês terão mais tempo de conversar. Ela disse:- me deixa dizer o que eu tenho para falar e ai você saberá que eu tenho motivos para tomar essa decisão. Quando olhamos, não vimos caminhão nem caminhoneiro, e ninguém viu um caminhão parado ali, e ele nos ajudou a ouvir um ao outro, nos encorajou a falar, ele nos libertou.

Ela tomou coragem para dizer:- Eu gosto de você, mas não sei o que está me acontecendo; tem uma pessoa que quando a vejo, eu queria estar só; Eu queria que esta pessoa se aproximasse de mim e dissesse qualquer coisa para acalentar meu coração, para que eu descobrisse o que é isto que eu sinto; eu não posso ficar com você sentindo o que sinto por outra pessoa não é justo.

Agnaldo ouviu tudo calado, e depois disse:- Você Marinalva é uma mulher verdadeira; Você porta um sentimento que não está sabendo como lidar com ele; você está apaixonada, e tem medo de assumir. Por que não disse ao em vez de fugir! Marinalva perguntou: é realmente isto que você acha? Então você sabe que eu tenho razão; não posso estar com você apaixonada por outro! Claro que não!  Mas não é fugindo que irá resolver o seu problema; volta para lá procura um lugar, organize sua vida, e procura viver a sua vida com quem se sentir bem.  Mas eu não posso ficar com você até resolver a minha vida Agnaldo! Claro que não criatura! Eu a amei por engano; Você escolheu estar livre, vai a partir daqui viver e me deixar viver.

 Marinalva voltou mas não para a casa de Agnaldo, ela não tem mais lugar na vida dele; Agnaldo era um sujeito trabalhador, e por isto era admirado pelas mulheres, e até mesmo chefes de família diziam que o pai ou mãe que tivesse sua filha casada com alguém como ele seria de muita sorte; Norma era uma viuvinha de vinte e cinco anos que seu marido tinha sido assassinado por ladrões na estrada, justamente por que tinha muito dinheiro; Ela por tanto, ficou muito bem! foi com ela que Agnaldo se uniu para esquecer Marinalva e Marinalva foi em busca da realização do seu desejo, e falhou.

 o homem por quem seu coração palpitava, estava enamorado de Letícia uma jovem solteira, linda, e que o amava muito. Marinalva jogou fora um grande homem, e que a amava de verdade; ela perdeu este amor em busca de uma paixão impossível.

Ciente de que o homem por quem se apaixonou, já mais pensou nela alem de mulher de um grande amigo. E talvez ela tenha confundido, agradar com cortejar. Mas ela sabia que tinha sido amada, e Voltou a procura de Agnaldo, que mesmo que se não estivesse, jamais a aceitaria! Ainda mais que estava amando norma;  E com ela se casou tiveram filhos e ambos foram tão felizes como não haviam sido antes


e

 
     

 
sterquini
Enviado por sterquini em 24/11/2007
Código do texto: T751133

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Sobre o autor
sterquini
São João de Meriti - Rio de Janeiro - Brasil, 73 anos
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