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SINPSE DO PERGAMINHO! (INÉDITO!)

             “O PERGAMINHO!”

...As crianças Daniel e Sabrina, primos, foram levadas por um vendaval até uma gruta no sopé de uma serra, em Cocais dos Arrudas, lá, viram uma bolsa de couro contendo um pergaminho ilegível e um pouco de mel, famintos, tomaram do mel, repentinamente, adquiriram incríveis poderes: levitação, visão e audição em longas distancias, cura dos ferimentos, desviar os bólidos e petardos, longo período sem respirar, visão  raios-X e, muitos outros. Com tais poderes, voltaram para o sítio e se reuniram com os pais, tios e avós, dentre eles, o avô Baracho, um místico natural.
Sem, ainda, contar sobre os poderes, decidiram colocar a família rica e foram com os avós para a Ilha do Pagão, cabeceira do rio Jequitinhonha, onde levitaram uma fortuna de diamantes para um saco, curando a avó Therezinha, picada de cobra, apenas com a aposição das mãos sobre o ferimento.
Mudaram-se todos para Diamantina, no itinerário, na cidade do Serro, foram abordados por um mendigo louco e jovem, que dissera chamar-se Belizário e que lhes lera o pensamento e os procurara, dizendo-se extraterreno e ter mais de duzentos anos de idade, acabando por levá-lo com eles. Em Diamantina, compraram um sítio e uma fazenda dando-lhes o nome de “Primus”.
Reunindo toda a família e distribuíram com ela a fortuna resultante dos diamantes. Numa tarde, foram procuradas por Belize, que lhes disse ser do planeta “Primus” e irmã de Belizário, os convidando para irem ao planeta deles, aonde Sabrina e Daniel seriam os Veneráveis, por serem primos de outros veneráveis falecidos. Todos aceitaram e foram para Primus, invisíveis e em naves de lá.
Procurando a origem do mel, ficaram conhecendo os planetas Lux-Alfa e mudaram o nome de Primus para Éden-Ka-tar, também, tomaram conhecimento de Baruc e Melquizedec, o último, guarda das Vargens de Datas, na terra, onde estava um outro mel, esse, com o poder de deslocamentos, átomo a átomo, pelas estrelas. Depois, Daniel e Sabrina, seguidos pelo avô, foram até ao planeta Colossos onde depararam com o Profeta Elias comandando uma população de gigantes, retirados da terra logo após o rei David ter matado Golias, com eles fazendo amizade.
Elias e Baruc ficaram no portal da ultrapassagem para o terceiro céu à espera da atuação dos primos, ou veneráveis, em tentar mudar o temperamento terreno, planeta amado por Deus. Sabrina e Daniel se casaram com Beliz e Belize e tiveram os filhos Sabe e Dase, que continuaram na procura das origens de Baruc, Melquizedec, do mel e dos seus poderes, ficando conhecendo um animalzinho denominado de “Mocó”.
A SEGUIR, UM TRECHO DO LIVRO EM FOCO:
...Pai! Eu vi o senhor utilizar a levitação acelerada da janela da nossa casa e, segundos depois, imaginando que o senhor viria para cá, fiz o mesmo.
—Eu também! Materializou-se Daze ao lado deles.
—Esperem! Estou pressentindo presenças estranhas nesta área, disse Sabe, com o pai o repreendendo dizendo que o local estava “limpo”.
—Meu pai! Libere em mim o poder da audição amplificada que foi vedada junto com o olfato.
—Está liberado! Muito embora não saiba a razão desse pedido.
“Não bebam desse líquido... diamantes não bóiam...”.
—Aonde você vai Sabe?
—Vou olhar para o sol!
Sabe, dando um giro de 360 graus, parou em direção da pequena serra e, abaixando a visão para o chão, deu um forte grito:
—Na sala dos “diamantes que bóiam” se encontram cinco anões com roupas de ciganos, porém, não pensam em nada, razão pela qual o senhor não os detectou!
Um segundo depois, invisíveis, os três se materializaram na sala de pedras e ficaram observando cinco anões alvoroçados à beira da bacia de diamantes, não sabiam nada a respeito deles, porque, simplesmente, eles não pensavam! Não tinham nenhuma aparência de belicosos e nem armas possuíam lhes parecendo desorientados.
—Vamos ficar ligados pela telepatia até ouvirmos o que eles têm a falar, determinou Beliz sendo obedecido pelos meninos.
—A linguagem deles é de fácil intelecção, pensou Beliz, com Sabe dizendo mentalmente:
—O senhor tem lido muito dicionário meu pai, seria mais fácil “pensar” que a linguagem deles é de fácil interpretação.
“Ficaremos por aqui até podermos localizar o extraterreno guardião, durante a noite vamos pesquisar o local e encontrar indícios de como faremos a abordagem dele sem que, de nenhuma forma, utilizemos a violência, por que temos que ser pacíficos como sempre o fomos no andar de baixo e até aqui em cima, determinou Flint, com Flex alegando: Não se esqueçam que a nossa missão é apenas colher informações do por que da inusitada pacificação dos terranos, término das bombas que nos causavam avalanches e mortes e, depois, retornar informando ao nosso Respeitável”.
— “Andar de baixo, Respeitável, avalanche, bombas” o que isso quer dizer tio?
—Vamos saber agora! Disse Beliz, se materializando visível no canto da sala e sendo imitado pelos meninos.
Flex olhou para trás e quase caiu na bacia de diamantes, seus companheiros também giraram o corpo e ficaram estáticos.
Passados uns minutos, Flex falou:
Um adulto e dois “parvos”! O que vocês estão fazendo nesta sala e como não os vimos chegar?
—Vamos todos nos sentarmos à beira da bacia e esclarecerei tudo a vocês, com Sabe se intrometendo e dizendo que ele e Daze não eram parvos e, sim, seres humanos ainda jovens e pequenos.
Cada um ocupou um local na beirada da bacia e Beliz relatou os eventos até aquele momento, terminando, ouviu de Flint o nome de todos e tudo o que ele sabia sobre as suas origens, com Flex esclarecendo o que era parvo e por que tomara, Sabe e Daze, por anões.
—Eu não gosto de tomar decisões nem as devo, vamos todos para a casa, enquanto isso Sabe vai até Éden relatar tudo aos Veneráveis... A decisão será deles!
Os três juntos levitaram os cinco anões e foram para a casa ali perto, notando que Flint e os seus acompanhantes não demonstraram nenhum medo naquele deslocamento estranho para eles.
Em Éden, Sabe contou o ocorrido para os Veneráveis que, incontinente, o seguiu para Várzea materializando-se na sala com os anões apenas se levantando sem demonstrarem nenhuma preocupação ou medo...

(SINOPSE DE 142 FOLHAS DE PAPEL A-4).
A.A.BARACHO
conanbaracho@uol.com.br
Sebastião Antônio Baracho Baracho
Enviado por Sebastião Antônio Baracho Baracho em 04/11/2006
Código do texto: T281881
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Sobre o autor
Sebastião Antônio Baracho Baracho
Coronel Fabriciano - Minas Gerais - Brasil, 79 anos
421 textos (19440 leituras)
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Sebastião Antônio Baracho Baracho