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Dona água, matéria que se encontra com todo o resto do ar.

     Nuvem cheia de vapor flutua entorno da grande uva e se camufla no meio do que você consegue ver através das ruas, não se ver nada mais do que caminhos escondidos entre destinos de esquinas e ruas, que se encontrão embaixo da grande massa física. Água ou chuva!
    Vento no rumo do norte atormentando o sul que reflete o leste sendo só mais um espaço reto que se desloca direto pro sudeste levando toda comida e energia que precisa uma árvore para poder crescer e te dar oxigênio.
    Se não foi você que filtrou o combustível, o seu líquido se perdeu e maltratou as crianças do futuro, lógica pra poder falar das suas atitudes sem nexos, vem lavar o terreiro antes de o espírito cruzar os dois mundos.
    Água leva uma criança pro fundo do mar, água trouxe a vida ao nordeste brasileiro, água não foi na áfrica mais aqui chegou através do pagamento da sua conta, governo rouba e você paga, um verdadeiro deserto reflete o Tietê que a colhi toda sujeira das ruas.
          Ruas ou estradas!
          Pedra ou calçada!
          Vento ou ar!
          Medo ou vida!
    Sem para, parado se encontra atrás da sua piscina que tem um mar de sonhos.
          Corre nas ruas, entre o esgoto, grutas e é um pouco do choro da lua.
          Vem se encontrar com a semente do mar, trazendo vida ao seu disco voador.
    Levanta o céu refazendo um caminho dentro do seu jardim, se empoça, vira uma gota, céu, ar e evapora, se joga na beira da praia.
           Vem te molhar,
           Mata a sede,
           Trás a vida,
    Tem um sentindo, se transforma em vários interpretes, quebra a barreira da física sendo o azul do céu, mas aqui embaixo é invisível.
        Flutua entorno da grande uva, se transforma em vinho, uma massa que demarca o território habitável do seu animal.
         Envolve as árvores,
         Acaba com o calor,
         Reflete nos seus olhos,
         Faz parte da historia.
    Essa e a historia da dona água, segue em paz sendo só mais um tipo de matéria comercial pro mercado que escraviza seu próprio povo.

um começo de lógica de um final sem nexo...obrigado
rodrigo vieira
Enviado por rodrigo vieira em 05/11/2007
Reeditado em 22/08/2010
Código do texto: T723816
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Sobre o autor
rodrigo vieira
Taguatinga - Distrito Federal - Brasil, 30 anos
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1 e-livros (26 leituras)
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rodrigo vieira