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o conto

Sus_pense?...rs
leme lêem, meêl emel...
pé ante pé, pé ante pé...
Agora que "estou dentro" quero continuar a imaginar que "estou fora", escrever como se nada fosse...
A manhã começa e nenhum carcereiro me vem incomodar, ela não se incomoda e trás-me o pequeno-almoço à cama. A vida é esta beleza per_feita...
Antes do mais, per_corro uns contos com que andei a aprender a escrever contos e acho desisti. Há coisas que é melhor não a_prender, a mulher de quem nascemos e todas as que conhecemos.
Numa cela devemos pensar na nossa mãe, na Nossa Senhora mais sedutora, até chegar à forma mais redutora de desejar o desejo... uma mulher!
O Dia da Mulher é homem, o carcereiro olha-me com olhos de carneiro mal morto e vontade homicida de usar o cacete(te) até fazer saltar os miolos dum homem e comê-los como um guerreiro?...
Provavelmente nem tem tomates, é um andróide doido ao qual reduziram as funções ao mínimo, transformado em besta capada. Insulto-o mentalmente do outro lado das grades, sem correr riscos desnecessários.
O que é necessário para escrever é cumprir a pena, e ela é secreta como um decreto de deus...
Vou contar o que escrevi ontem antes de me deitar e fica "o conto" quase feito:
A leitura conduz-me a um mundo onírico de águas límpidas onde o brilho da luz salta sobre seixos num canto aberto entre o verde das margens ponteado do florido colorido de flores silvestres, em idílio idílico entre os elementos. Entrego-me a uma oração, até fechar o parágrafo. Boa Noite!
Magia
Tempo de deixar do momento a impressão da leitura, uma nódoa de água viva, molhada, húmida, pronta a secar no calor do corpo, em contacto com pele, numa imagem sem margens, onde o papel está desenhado no rectângulo dos comentários, depois de "Leave a Reply": istmo de isto nisto... um osso do dizer n_um ouço cioso do silêncio.
SUTRA
Gosto das coisas sem comparação nem explicação, vale a pena falar sobre elas e pensar que não vale a pena dizer nada. Nessas alturas escrevo calado e faço comentários estúpidos sobre o Silêncio e a Iluminação... vou-a apagar. A imaginação voa..., acrescento-lhe um também, parece-me uma boa companhia. Para mim a minha Maria, (e) cama!
adamastoR
Agora que sinto da existência a realidade, acabo em consciência e seja o que for, está feito!

R
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 08/03/2006
Reeditado em 14/04/2006
Código do texto: T120580
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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Francisco Coimbra