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RECANTISTAS AMIGOS...."O Prémio do Herói" - Continuação....VENHAM LER...

Capítulo IV – O Encontro

Sem saber para onde os companheiros o levavam foi acompanhando o séquito do Rei até que chegaram a uma bonita praça na qual se erguia uma igreja, que os árabes tinham transformado em mesquita mas que agora ostentava orgulhosamente um nova cruz no seu topo!

Ao lado da igreja, uma estalagem com um ar asseado e limpo, misto de palacete árabe mas com traços exóticos de outras culturas, tinha já a frontaria iluminada com archotes, pois que a noite se aproximava velozmente.
Vendo que os companheiros se encaminhavam para aquele local que o chamava no meio da cidade escura, aproximou-se e entrou sendo recebidos pelo nosso já conhecido Josef com grandes reverências e vénias, tirando o seu chapéu á chegada do que ele como homem já habituado a ler nas expressões humanas, pressentia ser o seu futuro genro.

Atribuindo todas aquelas expressões de admiração aos seus feitos na batalha, perguntou ao estalajadeiro: - Bom homem tens um quarto para que eu descanse e trate deste corpo alquebrado?

Só então reparou na bela jovem que seu pai chamava: Ana, vem cá já minha filha!

Ela vinha aproximando-se com um ar curioso de enleio, que ele atribuiu á admiração que ele sabia que suscitava no sexo oposto, pois que sabia que era magnético o seu negro olhar e atlético seu porte misterioso!

Sabia como era invejado pelos homens e desejado pelas mulheres e esta era mais uma!

Mas então o seu olhar cruzou-se com o misterioso brilho verde de uns olhos doces que o olhavam com adoração e timidez e logo se baixaram para pegar na sua bagagem conforme seu pai lhe ordenava: - Ana, minha filha acompanha o Herói ao seu quarto
e honra nossa família e nosso Rei!

Perturbado por aquele olhar, reparou então nos longos cabelos negros anelados e chegou-lhe ao seu olfacto conhecedor dos odores de mil plantas, o misterioso cheiro de jasmim!

O corpo da donzela, era redondo e cheio, seus seios grandes como frutos maduros e prontos a ser colhidos e saboreados por um homem faminto de amor!

Suas pernas torneadas vislumbravam-se através do fino tecido que as recobria num daqueles trajes á oriente que ela ostentava e que lhe recordava outras eras.

Voltando sua atenção para o estalajadeiro perguntou-lhe: Tua filha ainda é donzela? - Sim, sim senhor, respondeu o estalajadeiro rapidamente ao ver mais próximas de ver concretizadas as suas ambições.

Todos olhavam atentos e subitamente consciente dos olhares em si pousados, tomou as suas armas do chão de pedra e começou a caminhar seguindo a jovem que o encaminhava para os seus aposentos, levando o seu pequeno alforge onde guardava as suas preciosas plantas e alguns bens essenciais.

CONTINUAÇÃO DENTRO EM BREVE....ME AGUARDEM....
Fada das Letras
Enviado por Fada das Letras em 02/08/2006
Código do texto: T207291

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Sobre a autora
Fada das Letras
Almeirim - Santarém - Portugal, 60 anos
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