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A morte também sorri

Gritos,dor,sangue e escuridão...
Esse é meu mundo é o seu?
Eu me escondo e não é raro me pegarem sozinha num beco escuro...
Minhas vitimas me procuram e tentam se vingar.Os meus pesadelos são os piores e tudo doi ao mesmo tempo.
Venha me faça companhia...
Dor,sangue e escuridão...
Venha faça parte disso você também...
Onde seus sonhos e sua vida se perderão e você só terá a mim...

Ao acabar de ler o pequeno bilhete o inspetor Morel olha intrigado para seu parceiro Dário e pergunta.
- Sim já vi o bilhete e o que tem demais?
Dário lhe lança um olhar incompreensivel e diz.
- O que tem demais...É que esse pedaço de papel foi encontrado no corpo da sexta vitima do "lobo" essa manhã...
Morel conhecia o "lobo",assassino perigoso que estraçalhava a vitima em pontos especificos e nunca deixava pistas.Que diabos ele faria deixando um bilhete desse no corpo de uma pobre moça morta?
- Mas eu não estou no caso do lobo,por que diabos me chamou?- DIsse Morel.
- Mas não fomos nós,foi o lobo...
- Pare de palhaçadas,como ele me chamou?
Dário descobriu o corpo e um forte cheiro de sangue invadiu o ar.No chão estava a moça com a garganta estraçalhada e em seu peito escrito com cortes um nome."Amanda".
- É o nome de minha... - Morel parou a frase,o nome escrito era de sua filha.Pegando o celular ligou para casa,o telefone nem chegou a chamar,mudo.
Ligou para o celular,logo o toque dele começou a tocar bem perto dali.Morel estranhou,procurou o som e qual foi seu horror a descobrir que a música vinha do estomago da moça morta...Correndo ele chamou a viatura e voltou ao distrito.

No alto de um prédio perto dali alguém observava tudo.Seus olhos desfocados pareciam ver atraves das pessoas.
Ela sorriu prendendo os belos cabelos loiros para trás e cobrindo a cabeça com um capuz.
Pulando do alto do prédio ela caiu como se nada tivesse acontecido.Andou no meio das pessoas e se perdeu na multidão.Ninguém no entanto percebeu que nas costas do casaco branco estava escrito "Wolf" com uma tinta vermelha e brilhante...
Passando por uma loja com cameras ela deu um sorriso mostrando os dentes brancos e pontiagudos...
"A morte também sorri..."Disse baixinho numa voz melodiosa antes de pular uma ponte e sumir ao pôr-do-sol.
Hell
Enviado por Hell em 12/02/2006
Código do texto: T111037

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Sobre a autora
Hell
Maringá - Paraná - Brasil, 26 anos
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Hell