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Curtas de terror

                          Day
--Eu mato todos vocês!
Foi isso o que ela disse quando pulou do vigésimo nono andar.Seus olhos mostravam fogo que se espalhou pelo prédio como uma praga.
Peguei Marine e juntos fomos ao terraço,lá estava um nojo,sangue mortos-vivos por todos os lados.Marine atirou em treze antes de pular para o terraço seguinte onde um cachorro mastigava a cabeça de uma criança lentamente.Eu estou rei a cabeça do cachorro com uma pisada,espirrou sangue em tudo.Droga,vou ter que trocar de camisa!Descemos pela escada de incêncio pois os ratos e cobras tomavam o interior do prédio.Ao chegar na rua vimos o sangue da mulher qu e se jogou misturados a tripas e cerebro,pisei no sangue sem querer.
Nada como um dia normal em São Paulo...

                             Café da manhã

Tudo o que eu queria era um café forte,quem sabe um suco de limão.O calor era insuportável,as crianças eram pestes!Na hora do recreio tudo piorou,elas se reuniram no pátio para brigar.Foi demais para mim,fechei as portas,fui até a cantina,peguei uma panela grande e uma faca de cutelo.
Cortei todos os pirralhos,juntei os pedaços,fiz um caldo.Tomei um pouco,como estava bom.Amanhã tem entrega de boletins,como é bom ser diretora!

                               Expert

Eu ia ganhar o jogo,estava muito perto!Então ela veio,brigou por causa das minhas notas,nem minha mãe ela era,nem liguei,ela se enfureceu,chamou meu pai que veio desligando o computador,quebrando o video game,acabando comigo.Pegui o teclado bati na cabeça dela,meu pai tentou me segurar,dei dois golpes com a cpu na sua cabeça e ele caiu.Cortei os dois em pedacinhos,coloquei no lixo.
Agora teria que arranjar um novo jogo...

                            Cemitério

--Você morreu!
--Não,eu não morri!--O coveiro tentava me empurrar para o tumulo lamacento.
--Eu estou vivo!--Tentava explicar que só tinha vindo visitar mas ele não escutava.
--Você morreu a dois meses!--Foi então que ele tentou me atacar com a pá,eu o dominei e o joguei na tumba.Enterrei-o vivo!Isso era para ele aprender direito a data das mortes,eu estava morto a um ano!Entendeu?Um ano!

                        O escritor

--Me deixa em paz!Eu quero escrever!
--Mas não na minha aula,copie o que está no quadro!
Eu não conseguia me concentrar na minha história com ele falando.Sai de sala,ele foi atrás.Bati a cabeça dele na escada,continuei batendo,o sangue escorria aos montes.Logo ele não tinha mais rosto,só um buraco do tamanho da minha mão aberta.Peguei meu texto,amassei e enfiei no buraco,sentei no chão,peguei uma nova folha,molhei minha caneta no sangue.Agora eu tinha uma nova história...

                          Insônia

Ja eram duas e meia e aquele gato continuava miando!A velha da frente com certeza não tinha dado comida a ele de novo!Velha maldita,isso parecia interminavel!
Levantei,peguei meu machado,destrui a porta da velha e entrei.
Isso ia acabar hoje!Aquele gato iria ver o que era bom para fome!
Fui ao quarto da velha,fatiei sua barriga em 72 pedaços,coloquei no prato do gato que começou a comer.
--Seja bonzinho bichano e amanhã eu lhe darei a cabeça.--Fiz carinho no felino,deitei no sofá e dormi.Amanhã seria um novo dia.
Hell
Enviado por Hell em 22/09/2005
Código do texto: T52862

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Sobre a autora
Hell
Maringá - Paraná - Brasil, 26 anos
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Hell