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"Inocência sequestrada por mãos infames".

Estamos no domingo, vinte e um de outubro do corrente. O fato que iremos abordar aconteceu na cidade brasileira de Cariacica, no Estado Brasileiro do Espírito Santo.
Imagine-se...
Uma mulher adolescente que possui um par de olhos, um nariz, uma boca, dois ouvidos, dois braços, duas mãos, dez dedos inclusive os dois polegares que permitem ao ser humano a pegar tudo quanto for do seu desejo, duas pernas, dois pés, dez artelhos, um par de seios para a amamentação e um sexo para o gozo e a reprodução, mas que, apesar de já ter certa idade, ainda que não seja uma quarentona, é um ser humano da pior qualidade porque é levada ao crime do rapto; pior... - do rapto de um incapaz.
Conta-se que mais ou menos as sete horas e trinta minutos, da manhã, claro; uma mulher que possui um par de olhos, um nariz, uma  boca, dois ouvidos, dois braços, duas mãos, dez dedos inclusive os dois polegares, duas pernas, dois pés e dez artelhos, adentra a enfermaria da maternidade vestida com um jaleco e sapatos típicos de uma enfermeira, isto é; com ausência de cor, ou melhor na tonalidade branca e, então, entra no quarto onde permaneceia em estado de recuperação pós-parto a parturiente Joice Viviane Ferreira, de dezessete anos e, sijmplesmente, disse que necessitava levar o menino, o qual seria registrado como Jefferson, para tomar banho.
A pergunta que se faz é:... - Como desconfiar de uma pessoa que se apresenta vestida à caráter como se, verdadeiramente, fosse uma enfermeira... - nao há como desconfiar...
O interessante é que quinze minutos após a efêmera visita, uma enfermeira que possui um par de olhos, um nariz, uma boca, dois ouvidos, dois braços, duas mãos, dez dedos inclusive os dois polegares que permitem, ao ser humano poegar tudo quanto se deseja, duas pernas, dois pés, dez artelhos e tudo o mais, todavia não dada à criminalidade porque, realmente, é enfermeira estranha o fato de o bebê não se encontrar onde deveria estar, pois, normalmente, os banhos dos recém-nascidos são dados nos próprios quartos.
Sabe-se, também, que funcionários da maternidade chegaram a procurar pela mulher que possui dois olhos, um nariz, uma boca, dois ouvidos, dois braços, duas mãos, dez dedos inclusive dois polegares que obedecem a sua função, duas pernas, dois pés, dez artelhos, um par de seios e um sexo para o gozo e a reprodução; que a ciência diz que é gente, mas não é gente porque gente não rouba gente e muito menos gente que não é capaz ainda como gente. Essa mulher, como se avalia, pratica o crime de sequestro de um incapaz, de quem não tem, ainda, personalidade jurídica apesar de ser um indivíduo na acepção plena da palavra.
À justiça cabe o julgameno mas, essa mulher que possui um par de olhos, um nariz, uma boca, dois ouvidos, dois braços, duas mãos, dez dedos inclusive os dois polegares, duas pernas, dois pés, dez artelhos, um par de seios e um sexo para o gozo e a reprodução, isso mesmo, que a ciência insiste em me afirmar ser gente, porém eu discordo dizendo que não é gente porque gente não sequestra gente e que se evadiu levando consigo esta criança, na minha opinião de escritor, deve ser um elemento interessado na pratica esdrúxula do tráfico de menores .
Analise e responda a você mesmo...
YOSEPH YOMSHYSHY
Enviado por YOSEPH YOMSHYSHY em 17/11/2007
Código do texto: T740640

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Sobre o autor
YOSEPH YOMSHYSHY
Arujá - São Paulo - Brasil, 74 anos
300 textos (24923 leituras)
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YOSEPH YOMSHYSHY