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HÉRCULES/HÉRACLES (pretenso cordel da mitologia greco/romana)

H É R C U L E S / H É R A C L E S
Por Rosa Regis - NatalRN
(parte de um trabalho final de uma disciplina do curso de Filosofia-Bacharelado, da UFRN)- 2004

(HÉRCULES, PERSONIFICAÇÃO DOS IDEAIS DE FORÇA E DE CONQUISTA DOS GREGOS)

Filho de Júpiter e Alcmena,
Foi o deus que mais engendrou
Filhos na Mitologia
Grega, e mulheres amou.


HÉRCULES, NASCIDO DE UMA MENTIRA

O quarto está escuro
E nenhum movimento há
Na noite: sem qualquer barulho,
Sem estrelas e sem luar.

Alcmena, sozinha, pensa
No meio da escuridão,
Ansiosa, com saudades
Do marido Anfitrião.

Ele está guerreando
Como ela mesma queria,
Com Ptérela e os táfios,
Tal qual disse que faria.

É uma guerra que a Alcmena,
O esposo havia jurado
Que faria como vingança
Pela morte do seu cunhado.

E ela, agora, com saudades
Que está do seu marido,
Arrepende-se, de verdade,
De ter-lhe feito o pedido.

E naquele instante, assustada
E imóvel, pois está vendo
Uma sombra que se aproxima
De casa, fica tremendo.

E os movimentos de um homem
De enormes mãos, a abrir
A janela, faz que ela grite!
Porém, em seguida, ri.

Pois aos ver quem está entrando
Pela janela, então
Alcmena, aliviada,
Reconhece: é Anfitrião.

E ele volta do combate
Com muito amor pra lhe dar!
Sorridente! Carinhoso!
E com histórias pra contar.

Mas, sem entender por quê,
Ela fica desconfiada:
Ele tem rosto e voz do esposo
Mas algo a deixa assustada.

Algo lhe diz que o homem
Que a visita em seu lar
Não é o seu companheiro.
Mas não tem como provar.

Anfitrião nada percebe
Ou finge não perceber,
E contando estórias de guerra,
Busca à esposa entreter.

E para provar o que diz,
Dá-lhe uma taça do inimigo
De Ptérela, que tirou-lhe
Quando este foi vencido.

Diante disso, Alcmena
As carícias dele aceita
E, reprimindo suas dúvidas,
Com o marido se deita.

Porém, só muito mais tarde
É que ela entende, e rejeita,
Que estava certa quando
Da sua vaga suspeita.

O homem que a visitou
Naquela ocasião
Era Zeus – o rei dos deuses.
Não era Anfitrião.

É que Júpiter, apaixonado
Pela mortal, se faria
Passar pelo seu esposo
E em sua casa entraria.
     
        -
E insaciável que é,
Zeus fez a noite durar
Três dias, proibindo o Sol
De, no tempo do amor, levantar.

E foi no meio da mentira
Que o deus Júpiter forjou,
Para a Alcmena possuir
Que esta, sem poder fugir,
Héracles (Hércules) gerou.


Hércules  é  um  herói  que  conta  com  a
proteção De Zeus (seu pai), mas, também,
com o ódio de Hera, a esposa deste

Nem mortal, nem imortal,
O seu pai divino lhe dá
A proteção que precisa
Para, de Hera, escapar.

Mas para a “glória de Hera”
Que, em grego, significa
Hércules, ele paga um preço
Alto – que o sacrifica

Pois, de início, acredita-se
Que ele se chamava Alceu
Ou Euclides, como o avô,
Pai do pai que conheceu.

Mas depois fica-se sabendo
O que Zeus (Júpiter) aprontou
E Alceu, como escravo de Hera,
Em Héracles se tornou.


Retornando ao nascimento de Héracles
(Hércules)que já nasceu sofrendo

Quando Anfitrião voltou
Da guerra todo feliz
Não entende o que Alcmena,
A sua mulher, lhe diz.

Pois ela, sem entender
A sua grande euforia,
Afirma-lhe que em casa
Há muito ele estaria.

E ele, desconfiado,
Procura o adivinho
Tirésias, que, ao seu coração,
Com a verdade, enche de espinhos.

        -
Louco de ciúme, o marido
De Alcmena, em seu furor,
Espanca-a e decide matá-la.
Mas Zeus vem em seu favor.

Faz chover, apagando o fogo
Que Anfitrião, nela, ateou,
Salvando Héracles, e Íficles
Que anfitrião engendrou.

Héracles, filho de Zeus.
Íficles, de Anfitrião.
Este, sem demora, nasceu!
Mas o filho de Zeus, não.

É que Hera, cheia de ódio,
Sua filha, Ilítia, mandou.
Que, ao nascimento do herói,
Ao seu mando, retardou.

E com o auxílio das Moiras,
Mensageiras do Destino,
Por nove dias e noites,
Sofrem: a mãe e o menino

Pois, com mãos e pés cruzados,
Em nó, as moiras impediam,
Magicamente, o parto.
E o menino não nascia.

Uma amiga de Alcmena,
Galíntia, para ajudar
A amiga, às emissárias
De Hera tenta enganar.

Finge-se alegre e surpresa,
O que à deusas, surpreendeu:
Dizendo que, apesar de Hera,
O filho de Zeus nasceu.

Na mesma hora, Ilítia
E as Moiras descruzaram
Pés e mãos. E indo embora,
A Alcmena liberaram.

Nasce, finalmente Hércules.
Mas, qual será seu destino?
Sem o carinho da mãe
Desde muito pequenino?!

Pois Alcmena sabendo
Que outra forma não há
De protegê-lo do ódio
De Juno, o enjeitará.

Chorosa, pega seu filho
E, num lugar abrigado
De uma planície, entre arbustos,
Abandona o pobre coitado.

E para casa, angustiada,
Implorando a piedade
Dos deuses, volta Alcmena
Cheia de dor e saudade.

         -
E enquanto o seu coração
Quase não suporta a dor
Pela triste separação,
Vamos ao que se passou:

Hércules, inocentemente
Dorme, sem nada temer,
Na planície que o seu nome
Um dia viria a ter.

E, por obra do destino,
Vão passando por ali
Juno, a esposa de Júpiter,
Com Minerva junto a si.

E Juno não reconhece
O bebê como o enteado,
Mas, Minerva que sabe tudo,
Fica de bico calado

E, premeditadamente,
Diz pra Juno amamentá-lo,
Pois, sábia que é, tem em mente,
Assim, imortalizá-lo.

E a rainha do Olimpo,
Encantada com o bebê,
Dá-lhe o seio – ao qual Hércules,
Faminto, vem a morder.

Com a dor, Juno enfureceu-se.
Atira-o longe! E se afasta.
E o seu leite sobe ao Céu
Formando a Via Lactea.

Minerva pega a criança
E leva-a para a mãe criar
Dizendo-lhe: Juno a persegue
Mas Júpiter a protegerá.


Hércules, ainda menino, comete o primeiro
crime  e  defende-se  brilhantemente  a   si
mesmo diante do Tribunal

Confiado ao mestre Lino
Que procura lhe ensinar
As noções de melodia
E de letras, ele o matará.

Depois de uma discussão
Com o mestre, enfurecido,
Pega a lira e atira nele
Como que enlouquecido.

Enfrenta um Tribunal severo,
A si mesmo defendendo,
E consegue a absolvição
Como estava pretendendo.

E aquele crime inútil,
Da mente, ele, enfim, tirou.
Mas Anfitrião, inseguro,
Para o campo o enviou.

E ali no campo ele cresce
Aprendendo. E está feliz.
Mas o futuro lhe espera
Com o que o Destino quis.


Hércules enfrenta o leão de Citerão

O povo de Citerão
Está todo em casa, trancado,
Enquanto que os rebanhos,
Indefesos, são dizimados.

É a fera da floresta,
O leão de Citerão,
Que ataca e assusta a todos
Pondo-os sem qualquer ação.

E nem Téspio, o soberano
Do lugar, que oferece
Recompensas valiosas,
Aos caçadores convence.

E aí, aparece Hércules,
Que no campo estava vivendo
Desde a época do julgamento,
Ao, do fato, ficar sabendo.

Oferece seus serviços
Para o povo libertar
Das ameaças constantes
E prepara-se para lutar.

Téspio fica aliviado.
Em seu palácio o recebe,
Oferecendo-lhe as filhas
Com as quais Hércules concebe.

São cinqüenta, as filhas de Téspio,
As quais, a Hércules, ele oferta
Para que nelas o herói
Gere guerreiros, na certa.

E durante cinqüenta dias
Hércules, incansável, acossando
A fera, seu comportamento
E seus hábitos vai estudando:

Estuda a forma propícia
Do ataque e a adequada
Hora pra que sua ação
Seja bem aproveitada.

E durante cinqüenta noites
Às princesas Hércules ama,
Dando a Téspio a descendência
De bravos, à qual ele aclama.



Chega o momento da luta

Maça(*) em punho, o herói embrenha-se
Na mata de Citerão
E depara-se, frente a frente,
Com a grande fera – um leão.

Um combate corpo a corpo
Entre herói e fera se trava,
E o corpo daquele sangra
Quando as presas este lhe crava.

Brados de ira e de dor
Ressoam pela floresta,
Mas o grande vencedor
É Hércules. Isto se atesta.

E ele retorna à cidade,
Recebendo a gratidão
E os aplausos do rei
E de toda a população

Pois realizou, com glória,
Sua primeira façanha
Numa luta, na qual ganha
Do leão de Citerão.

É sua primeira vitória.
         -

NESSO  e o falso filtro do amor

O rio Eveno está sujo:
Em si boiam animais
Afogados e plantas mortas,
Representando sinais
De que ele será palco
De tragédias descomunais.

Pois Nesso, o centauro feio
Que em suas margens mora,
Meio homem e meio cavalo,
De alma humana, que deflora
Com violência as mulheres,
Apaixona-se agora.

Transportando os viajantes
De uma margem a outra do rio
Sem que ninguém lhe agradeça
Ou sequer dê-lhe um sorriso,
Nesse dia, Dejanira
Provocou-lhe um desvario.

E com o amor furioso
Que lhe é peculiar,
Violentamente ele tenta
Com Dejanira transar.
Esta grita. E surge Hércules
Que a ouve. E a salvará.

E pegando, rapidamente,
Seu arco e firmando a seta,
Com um disparo certeiro,
No peito de Nesso acerta.
Porém este, antes do fim,
O seu veneno ainda injeta.

Pois que, antes de morrer
A Dejanira implorou
Para recolher seu sangue
Que diz: é o filtro do amor,
Um ungüento que traz de volta
O marido traidor.

Basta que quem o possua
Use-o da forma a seguir:
Unte o corpo do marido
Quando este, um dia, trair.
E Dejanira acredita.
Mas ele está a mentir.

E, embebido num retalho,
Dejanira guarda consigo
O sangue do moribundo
Que imaginara arrependido.
Sem saber que está retendo
A vingança do inimigo.


Hércules, escravizado à bela Ônfale

O rei de Ecália, seu mestre
Que o ensinou a usar,
Na infância, o arco, agora
O está a acusar
De ladrão de gado. E Hércules
Foge para não matar.

Contudo, Ífito, o filho
Do Soberano, irá
Em busca do herói. E este,
Sem ter como se livrar
Da luta, o enfrenta. E mata-o.
E o seu crime expiará.

Para a Corte de Ceíce,
Na Traquine, levará
Sua amada Dejanira:
Vai pedir a Ptanisa
Para do deus o livrar.

Pois que sabendo, em verdade,
O que o deus tem em mente,
Ele poderá alcançar
O seu perdão. Ele o sente.
Entretanto, a Ptonisa
Recusa-se veementemente.

O herói, assim, deverá
Com sua culpa ficar.
E pelo resto da vida,
Como uma carga, carregar
O pesado fardo que Juno
Lhe deu, para o seu azar.

Irritado, e possuído
Pela loucura que lhe envia
Juno, a esposa de Zeus,
Que o atormenta dia a dia,
Hércules quebra o santuário
E leva a Sacerdotisa...

E aí, Apolo, zeloso
Com a sua Ptonisa,
Fica furioso, assistindo
A tudo, e à Terra desliza,
Atracando-se com o mortal
Em terrível e feroz briga.

Porém, do alto do Olimpo
O grande Júpiter, também,
Vê o combate, e se lança
Da sua morada, e vem
Para o meio dos mortais,
Diante de Si, ninguém.

E, com sua autoridade,
Ordena a separação:
Fazendo-os desculparem-se
E apertarem-se as mãos.
E faz que Apolo lhe revele
A Via da purificação.

Ser vendido como escravo
É a sentença que caberá
A Hércules que, por três anos,
Escravo permanecerá.
E o dinheiro da venda
Para o rei da Ecália irá.

E o filho de Júpiter, agora,
Propriedade vai ser
Da rainha Ônfale, que o leva
Consigo, e que irá fazer
Da sua vida um inferno
Que só vendo para crer.

Ela o humilha de forma
Que o faz sentir-se um nada,
Com a escravidão penetrando
Na sua alma humilhada
Como se fora um mal
Ao qual fora condenada.

Leva-o a trabalhar a terra
E aos rebanhos pastorear.
Aos inimigos de Ônfale,
Como seus, combaterá.
E, vestido, de mulher,
A roca irá manejar.

E ainda, o que é pior,
O deus ainda fará
Que ele ame a sua dona
Numa paixão que será
Feita de agonia e fraqueza,
O que mais o humilhará.

Mas os três anos se vão.
E o cativeiro acaba.
No entanto, a liberdade
Com tanta ânsia esperada,
Dói, quando ele se despede
De Ônfale, sua dona/amada.

Com a vingança em mente,
Em seguida partirá.
E numa guerra sangrenta
A Eucália sitiará,
E invade o palácio do rei
Êurito, ao qual matará.

E não só o rei ele mata,
Mas todos seus descendentes.
E apossa-se da viúva
Do inimigo. E, assim, sente
Que, enfim, está vingado.
E isto o deixa contente.


Hércules morre. Juno perdoa.

Entre prantos e lamentos
Na corte de Ceíce, agora,
Dejanira aguarda Hércules
Lamentando-lhe a demora.
E se perguntando o porquê
Disso, outra vez ela chora.

-Se o seu tempo de cativo
Sob Ônfale já passou,
E a vingança contra Êurito
Também já se consumou!
-Porque Hércules não regressa?
-Talvez tenha um novo amor!

Dejanira sobressalta-se
Com o coração apertado
Pela dúvida que cresce
De que Hércules, seu amado,
Tenha um novo amor e, por isso,
Ainda não tenha voltado.

E, possuída de medo
De perdê-lo, vai procurar
Licas, que o acompanhava
Em todo e qualquer lugar,
E, interrogando-o, obriga-o
À verdade revelar.

E, obrigado, ele diz
Tudo que ela perguntou:
-Hércules uniu-se à Íole,
agora o seu novo amor.
Vivendo feliz com ela.
E por isso é que não voltou.

De início, Dejanira
Ao seu sofrer se entregou.
Depois, lembra que o Centauro,
Nesso, ao morrer lhe deixou
Seu sangue em um pano, e disse
Ser um filtro do amor.

E chega a oportunidade
Que ela tanto esperou
Com uma mensagem que Hércules,
Por alguém, lhe enviou:
Queria que lhe mandasse
Uma veste nova. A mandou.

A veste que Hércules pedia
Era para ele usar
Na consagração a Júpiter
De um grande e belo altar.
E nela Dejanira iria
O filtro do amor usar.

Na túnica nova, a esposa
De Hércules, pois, esfregou
A mágica porção que Nesso,
Ao morrer, lhe ofertou.
E depois, ao marido distante,
O traje ela mandou.

E agora o que lhe resta
É tão somente esperar
Que ele retorne correndo,
Vibrando de amor pra dar.
E ela tem toda a certeza,
Isso não vai demorar.

Enquanto isso, o marido,
Que de nada desconfia,
Recebe a túnica, vestindo-a,
Pois logo se iniciaria
A cerimônia do altar
Que a Júpiter se oferecia.

É o começo do fim.
Pois o pano umedecido
Com o veneno de Nesso,
Ao corpo fica aderido,
Penetrando-lhe na pele
E deixando-o enlouquecido.

Não era o filtro do amor
Que o centauro vingativo
Entregara a Dejanira,
Era o seu ódio ativo.
A morte, com que Nesso, morto,
Presenteia a Hércules, vivo.

E Hércules, enlouquecido
De dor, tenta arrancar
De si a roupa maldita,
No entanto, ao rasgar
O tecido em si aderido,
Sua pele rasgará.

E a carne despedaça-se
Com a roupa envenenada.
Suas entranhas, em fogo,
Estão sendo devoradas.
Não existe salvação.
Sua vida está acabada.

À presença de Dejanira,
Aos gritos, é o herói levado.
Mas não era assim que sonhara
Receber o esposo amado
Que, ardendo, se lhe apresenta
Totalmente transtornado.

E o sofrimento de Hércules
Tão fortemente feriu
Dejanira que, não podendo
Ver o seu sofrer, decidiu
Suicidar-se. E, ali mesmo
Aos seus pés ela caiu.

E no fogo, lentamente,
Hércules agoniza, na dor.
Mas, usando a lucidez
Que num momento aflorou
À sua mente, ele, ao filho
Hilo, pede um último favor.

Suplica que este espose
Íole, deixando-a amparada
Pelo resto de sua vida.
Protegendo, pois, a amada,
Já que ele não poderá,
Por ela, fazer mais nada.

Depois pede que alguém
Lhe acenda uma fogueira
Para que possa expressar
Sua hora derradeira,
Acabando com o fogo invisível.
Com a horrível queimadeira.

Mas ninguém quer atender
Seu pedido, quase prece,
Porém, enfim, seu amigo
Filocfetes, se compadece:
Acende a pira, onde Hércules
Se joga e, assim, fenece.

Ante os olhos perplexos
Da multidão assustada,
Hércules joga-se nas chamas.
E aí, uma trovoada
Enche o espaço. E o herói
Morre sem falar mais nada.

Do fogo, ele sobe ao Céu
Numa nuvem que o levará
Aos deuses do Olimpo,
Na frente dos quais estará
Júpiter, seu pai querido,
Que o imortalizará.

E além de imortalizá-lo,
De Hebe, a mão lhe dará
Como esposa divina.
E aí Juno esquecerá
A velha inimizade.
E como filho o acolherá.

Terminou sua loucura.
Finalmente se cumpriu
O seu destino maldito...
Finalmente Hércules viu
Suas faltas perdoadas;
Juno, sua amiga tornada.
E como imortal, sorriu.
Rosa Regis
Enviado por Rosa Regis em 30/08/2006
Reeditado em 02/10/2010
Código do texto: T228889
Classificação de conteúdo: seguro

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