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CT3

27.02.06

ILUMINAÇÕES
1
Escrever "Iluminações" sucessivas!!
2
Visitar o momento, em breves instantes!!!
3
Rezar um terço e guardar 2/3 restantes...

Quem escreve tudo o que pensa, pensa muito pouco!
Publiquei há pouco um pensamento: "carnal", pertence a este dia!

#

REFLEXOS
1
Quando as palavras são uma descoberta, penso andar perto do poema. Quando são uma procura, também lá posso ir dar...
2
sem personagens a um osso

- Quando você quer rir, como faz?
- Olho para a tua cara?
- Foi o que eu pensei!...
- Por isso está a olhar?
- Não está dando resultado? Ou está a controlar... Para não engasgar?
- Olha... Deixa de pensar em voz alta!!
- Mas, era para ter piada!... Nem Pio, não digo mais nada...
- Ah! Ah! Ah!…
- Que foi agora?
- Não vê o cara que foi embora?...
- O que estava aqui a falar sozinho?
3
CARNAVAL/ CARNAL
Sentidos ativam a carne/ freme de desejo
Espírito manifesta-se/ naquele corpo
Quer a quietude, reflexão!/ agora o meu
 
Denise/ FCoimbra

POETRIX inicial - Denise

CARNAVAL
Sentidos ativam a carne
Espírito manifesta-se
Quer a quietude, reflexão!

PÕE...TRIX

CARNAL
freme de desejo
naquele corpo
agora o meu

.!.

#

ASSIM
1
REGISTO
voar não é coisa simples
quando não sentimos as asas
para imaginar a acção
 
temos sempre a música
e o olhar simples
 
onde registamos a vida!
2
DOTE
dou-te a ler
sua leitura,
é toda tua
3
TINETA
ainda me falta
escrever um poema
que lhe sinto
 
ainda a falta
a pedir penitência
 
jejum, abstinência?


A

#

CONSIDERAÇÕES VÁRIAS
1
onde lanço âncora

quando a palavra começa imediatamente antes de se continuar numa outra e outra e outra até nunca mais acabar a sua performance idealizada ideia entrando por uma frase sem parágrafo enquanto se grafa um pensamento ininterrupto que irrompe e sai sem saia feminino para afinal ser andrógino pensamento sobre um momento entrelaçando os géneros num híbrido verso cuja libido lido à força de chicote no ar com o silêncio das formas onde o som fala a fala dos dizeres dando-se a ler como uma equação erguida à máxima potência do mínimo denominador de todas as coisas que se dizem conjugando com o máximo divisor comum todas as ideias comuns ou não comuns onde, sem interrogações se derrogam sonhos sem sentido com o sentido consentido por eles de serem como navios em terra de viagens no mar: onde lanço âncora.
2
parece simples

se dizer o que se vê quando se olha
uma foto ou outro facto qualquer...

desse um poema semelhante a este
onde o esforço é nenhum e tudo...

a poesia seria semelhante a pensar
com as palavras coisas sensíveis...

onde a nossa sensibilidade se sente
até que um dia a vida pára simples
3
tolerância de ponto

Uns fazem poesia, outros comem petisco. Eu faço poesia e como petiscos, mas há coisas que são incompatíveis. Com "tolerância de ponto", tudo se torna mais fácil.

#

COMENTÁRIOS
Condicionamentos.../ Incondicionais/// GRILHÕES.../ Soltos aos ais// Que aprisonam o SER,/ ou entregues assim// Invisíveis e Inconscientes!!!/ nu esperanto da leitura
Enviado em 27/02/2006 17:09
para "Condicionamentos..." - Juli

Parece-me que o grande problema que aí se põe "na periferia" é dar educação para depois... poder ensinar. Ora não há um "depois" nessa necessidade e, conseguir educar e ensinar, às vezes é como extrair a raiz quadrada a uma planta!...
Enviado em 27/02/2006 16:56
para "Acorda Professor( da periferia)" - Eli Nascimento

De Carnaval em Carnaval, um convite para voltares ao texto onde deixaste comentário, acrescentei mais texto(s). Bjs
Enviado em 27/02/2006 16:43
para "CARNAVAL//CARNAL" - Denise Severgnini

Boneca Quebrada/ Adeus Inocência./ Morreu o bebé/// Jogada num canto/ Boneca aviltada/ Perdeu a cabeça// Cedeu seus encantos/ Sentiu-se a menina/ e já não brinca// Para inocência perdida/ Tratada como libertina/ nem desatina.../// Lina/ Kathleen ML/ FranciscoC
Enviado em 27/02/2006 15:47
para "Duplix: Boneca Quebrada - Lina - Adeus Inocência. - Kathleen ML" - Lina

Já tinha reparado, hoje comento aproveitando agradecer teu comentário. A dupla utilização, SEPARADOS, torna Física a Metafísica dos dois poemas: comunicando entre eles... a separação & a poesia. Abraços.
Enviado em 27/02/2006 14:40
para "SEPARADOS" - Elias Borges de campos

"Onde você me encontrar eu estou, onde me procurar eu vou, onde você estiver eu acertou!...", acerta com o Samba moça!! Bjs
Enviado em 27/02/2006 13:50
para "O INCONSCIENTE É UM CÃO" - Débora Denadai

Sento, olhando o mar... Releio o poema, sem pressa, presa e caça_dor... As palavras, uma por uma, fazem o mar... Bom onda!!
Enviado em 27/02/2006 12:56
para "Dueto: Inspiração a um Poema/ As Águas que Correm - LuliCoutinho/ Francisco Coimbra" - LuliCoutinho

1
a difícil Matemática do ensino

Parece-me que o grande problema que aí se põe "na periferia" é dar educação para depois... poder ensinar. Ora não há um "depois" nessa necessidade e, conseguir educar e ensinar, às vezes é como extrair a raiz quadrada a uma planta!...
2
TRIPLIX

Boneca Quebrada/ Adeus Inocência./ Morreu o bebé

Jogada num canto/ Boneca aviltada/ Perdeu a cabeça
Cedeu seus encantos/ Sentiu-se a menina/ e já não brinca
Para inocência perdida/ Tratada como libertina/ nem desatina...

Lina/ Kathleen ML/ FranciscoC
3
DUPLIX

Condicionamentos.../ Incondicionais

GRILHÕES.../ Soltos aos ais
Que aprisionam o SER,/ ou entregues assim
Invisíveis e Inconscientes!!!/ nu esperanto da leitura

Juli/ FC
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 27/02/2006
Reeditado em 27/02/2006
Código do texto: T116680
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
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