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CAEM AS MÁSCARAS

   

     Neste início de terceiro milênio o que foi previsto pelo Cristo, profetas e videntes se concretiza a cada momento. Se observarmos os noticiários que são mostrados no dia a dia, veremos a verdade.

    Começamos a sentir as mudanças que se apressam por derrubar conceitos, preconceitos e opiniões que foram impregnadas durante milênios, onde se tinham mentiras como verdades supremas e absolutas.

    Muitas vezes ficamos sem entender, por não querermos ou por falta de conhecimento das leis que regem a evolução do homem na face da terra.

    As máscaras caem, a "persona", se apresenta como realmente é. Ídolos que foram criados por interesses escusos se esboroam, caem e se desfazem diante da exigência da lei manifestada que exige as transformações necessárias para que a humanidade se encontre perante si mesma.

    E então esperamos o julgamento neste mundo de constantes mutações e transformações. De pouco adianta tentarmos nos iludir, pensando que tudo é triste. O que tiver que acontecer acontecerá e nada conseguirá desviar a roda da Lei. Rota, roda ou lei, tudo é igual.

    Todos os dias as mudanças se processam de forma rápida e precisa e assusta muitas pessoas que se encontravam acomodadas com as velhas posições diante de um mundo que já faz parte do passado.
    Vemos a queda de figuras tidas como verdadeiros símbolos da decência. Proeminentes figuras da sociedade que passamos a ver quem são na realidade, até então tidas como respeitáveis.

    São transformações que se fazem necessárias para que as mudanças do nosso planeta se processem, para que o futuro se faça presente neste mundo.
    E a máxima "quem for sujo, suje-se mais ainda, quem for limpo, limpe-se mais ainda"  mostra ao mundo a realidade e dá a cada a um de acordo com suas obras.

    Acredito que esta seja uma nova oportunidade da raça humana de redenção rumo a um futuro que  se anuncia ao terceiro milênio que será um período de novas experiências em todos os campos do conhecimento humano.
    O que vai acontecer irá chocar aos menos avisados.  Alguns pensam que tudo depende de Deus, como se o homem não tivesse nenhuma responsabilidade sobre si ou seu semelhante.

    Necessário se faz neste momento que assumamos perante a sociedade e o mundo nossa verdadeira atitude, onde devemos fazer aquilo que a própria lei evolucional exige.

    Iremos participar de uma época de solidariedade e cooperativismo e somente aquele que se dispuser a participar desta nova era, estará vivendo de acordo com a etapa evolucional. Não devemos sofrer ou nos lamentarmos diante de fatos que irão  acontecer e ninguém poderá fugir ou deverá chorar e dizer que isto não é de sua responsabilidade.

    Aquele que se porta diante da sociedade como se fosse  dono do mundo, usufruindo tudo através  de meios escusos, para conseguir vantagens além do merecido, irá, com certeza sofrer o que lhe é reservado diante da própria cobrança da sociedade.

    Somente aquele que se encontra compromissado com a sociedade com valores realmente verdadeiros é que poderá usufruir o que lhe será ofertado neste mundo novo.

    Aqueles que procuram se alienar, tentando se esconder da realidade, omitindo-se em quase tudo, por não querer assumir compromissos, irá responder pela  omissão e pela atitude hipócrita, covarde e irresponsável.

    E, finalmente, aqueles que se colocam diante do mundo como portadores da verdade, vendendo promessas e ilusões, enganando pobres coitados, ignorantes e ignorados pelo poderes constituídos, vendendo a Deus e Cristo, oferecendo a salvação mediante alguns trocados a título de dízimo, estes, sim, são os vendilhões do templo que serão expulsos para onde apenas os piores criminosos vivem.

    É necessário que tomemos consciência de nossa  responsabilidade diante do mundo, participando e oferecendo nossa contribuição para que sejamos partícipes do processo evolucional e não meros expectadores, querendo tudo e fazendo nada.

 09/04/02 -VEM
Vanderleis Maia
Enviado por Vanderleis Maia em 11/03/2006
Reeditado em 09/04/2009
Código do texto: T121717
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Sobre o autor
Vanderleis Maia
Imperatriz - Maranhão - Brasil
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Vanderleis Maia



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