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ARDIL

Não me pergunte quando pois certamente errarei no palpite
mas,de alguma forma o equilíbrio se fará naturalmente.
Parece que ações opostas teimam em se harmonizar no fim das contas.
Toda a criação humana embora pareça revolucionária não passa de ferramenta da natureza para encontrar seu equilíbrio.
Ao homem cabe o papel de se descobrir, enquanto ser racional,
como qualquer marionete impulsionado pelo vírus do novo e do desconhecido desvendar fórmulas,que escondidas esperam o amadurecimento da inteligência para surgir como invenção, descoberta, ou criação humana.
O ser humano como parte da natureza coabita o mesmo ambiente das coisas passadas e futuras,tudo o que houve, há, e haverá na história do universo.
A explosão inicial na medida em que se preservava absorvia composições possíveis.
A ordem universal e todas as coisas fecharam a fôrma do plano possível.
Enfim tudo se delineou, se entrelaçou de tal modo, que tudo está resolvido.
Cabe ao tempo, através de seus agentes, o ser humano e todas as coisas e seres existentes, caminhar, evoluindo passo a passo, montando as peças do enigma para enfim conhecer a verdade. E aí sim descobrir a felicidade ou a desilusão de se descobrir apenas mais um ente da trama, sem forma, sem moral, sem ética ou estética que encobre a existência. Ela mesma apenas um detalhe no buraco negro do holocausto.
Humberto Bley Menezes
Enviado por Humberto Bley Menezes em 18/03/2006
Reeditado em 13/11/2008
Código do texto: T124964
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Sobre o autor
Humberto Bley Menezes
Curitiba - Paraná - Brasil
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