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A Perereca

Quando terminava  a sessão de ginástica no Divinópolis Clube, cada uma  seguia  o caminho de casa. Mas algumas gostavam de antes tomar  banho, porque dali já iam  direto para o trabalho. Só que o chuveiro era só um  e se  formava   aquela fila! Enquanto esperavam, rolava o papo  e o tempo  passava com menos monotonia.  De vez em quando uma gritava lá de dentro: - “Tem uma barata aqui. Tenho nojo!”  Alguém acudia  e matava a barata.

Aconteceu uma vez de ter  uma perereca no banheiro e foi aquele corre-corre.
Aí  uma colega contou-nos que, outro dia, num final de semana, fora com seus dois filhos para o sítio.  O dia estava meio chuvoso.  Chegaram cedo e o  caseiro   nem havia ainda feito a limpeza da casa.

Quando ela foi ao banheiro, depois de tomar muita água,  e já aliviada daquele peso na bexiga, teve um sobressalto. Uma “coisa” muito fria  pula, de repente,  na  outra “coisa”. O que ela fez foi sair gritando feito louca. Assustada a perereca pulou.  E assustados,  vieram seus filhos correndo para acudi-la. Coitada da perereca. Deve ter morrido de susto ou de pancadaria!


fernanda araujo
Enviado por fernanda araujo em 17/04/2006
Código do texto: T140406
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Sobre a autora
fernanda araujo
Divinópolis - Minas Gerais - Brasil
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