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O perigo mora ao lado

06/09/05

O perigo mora ao lado

Foi uma festa emocionante, linda, alegre e divertida, tanto para a aniversariante, como para os convidados. Os comes-e-bebes estavam deliciosos e bem fartos. Tudo do bom e do melhor. E a aniversariante ganhou os presentes que sempre sonhara: blusas, CDs, brincos, livros e outras coisas que nem estavam na lista de presentes.
Às 20:00h, terminou a comemoração e os convidados ainda não tinham colocado as fofocas em dia, já que são super ocupados com os seus trabalhos. Resolveram continuar os assuntos pendentes no restaurante ali perto. Conversa ia e vinha, e o estabelecimento lotando, para a felicidade do proprietário.
De repente, ouviu-se um disparo. Olharam em direção ao barulho e viram um grupo encapuzado pedindo os pertences das pessoas que não tiveram outra alternativa, senão entregarem os celulares, dinheiro, cheque, relógio e tudo o que tinham, inclusive as jóias. Ainda não satisfeitos, obrigaram as pessoas a tirarem as roupas para
impedirem que solicitassem socorro.
Os assaltados passaram a noite enrolados nas toalhas de mesa do restaurante.
Pensaram em mil maneiras de saírem daquela situação. Só vinha na cabeça deles, pegar uma garrafa e colocar uma mensagem de socorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrro dentro de uma garrafa e jogar no lado de fora do estabelecimento. Foi o que fizeram. Esperaram algumas horas e, nada.
Pensaram: se alguém achasse o recado, poderia ou então era tarde demais para os regastes.
Dormiram e os sonhos eram conturbados e parecidos, já que estavam passando pela mesma situação.
No dia seguinte, uma alma caridosa leu o aviso dentro da garrafa e correu para policia, que imediatamente foi em socorro aos assaltados presos no restaurante sem roupa.
Disseram, por sua vez, o paradeiro da família, como forma de obter as roupas para se vestirem.
Depois de refeitos, os assaltados contaram o ocorrido a fim de serem identificados os assaltantes, mas não puderam ajudar muito, já que eles estavam todos encapuzados.
A única chance de descobrir o paradeiro dos criminosos, só seria possível quando eles fossem vender as jóias roubadas.
                                     
                                           Adriana Quezado

ADRIANA QUEZADO
Enviado por ADRIANA QUEZADO em 01/05/2006
Reeditado em 16/07/2008
Código do texto: T148411
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
ADRIANA QUEZADO
Fortaleza - Ceará - Brasil
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ADRIANA QUEZADO