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As trapalhadas da vida

12/08/04
As trapalhadas da vida

Lujerônima foi buscar a sua avó e a sua tia para fazerem compras.
No meio do caminho, observou que o carro só tinha 1/4 de gasolina. Como acredita que sua parente é santa, só porque alcança todas as graças impossíveis, pediu logo para que ela, a tia, rezasse que o veiculo conseguisse chegar até o posto de gasolina.
A tia sabiamente indicou o posto mais próximo, já pensando no lucro do smiles, ou seja, de passar o seu cartão de crédito para conseguir milhagens para viajar de graça.
Com a graça de Deus, o carro parou de vez bem na hora H e no local certo, a tempo de por a  gasolina.
Seguiram as três rumo ao supermercado. Avó e  neta foram à seção de frutas e verduras e a tia para a seção de guloseimas.
Neste ínterim, Lujerônima pegou uma batata e as outras batatas caíram todas sobre ela, enterrando-a a viva no meio do supermercado. Contando ninguém acredita: parece até quadro do Vídeo Show - Falha Nossa.
Alguns meses depois, ela estava dirigindo, quando, de repente, o automóvel parou no meio do caminho. Motivo: o de sempre, falta de gasolina. E os outros carros atrás buzinando: bi, bi, bi. E ela, a sobrinha, ficando doida. Pegou o celular, ligou para o reboque. E continuava ouvindo aquele barulho infernal bi, bi, bi.
Logo depois, chegaram os rebocadores. E ela pegou carona com eles até a sua residência. Assim que chegou em casa, ligou para as duas salvadoras de sua vida: avó e tia, dizendo que era assunto de vida ou morte.
Sua tia nem se intimidou, pois, já conhecia a dramaturgia de sua sobrinha que adora exagerar nas manchetes do dia.
Assim que contou o mico que passou para sua tia, ela ao invés de ajudar, deu uma boa gargalhada. O que era de se esperar.


                         Adriana Quezado
ADRIANA QUEZADO
Enviado por ADRIANA QUEZADO em 16/06/2006
Reeditado em 16/07/2008
Código do texto: T176628
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
ADRIANA QUEZADO
Fortaleza - Ceará - Brasil
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ADRIANA QUEZADO