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Parreira e Pekermann, quanto custa uma Copa do Mundo?

Não estou nem um pouco triste com a derrota da seleção brasileira. Não vejo motivos para ficar triste diante de algo que já se sabia que iria acontecer. O que vimos até o jogo contra a França, o que seria o primeiro jogo sério da seleção nessa copa, foi uma seleção displicente com jogadores multimilionários sorrindo desrespeitosamente diante dos seus erros e jogando cada um prá si mesmo e seus malditos récordes pessoais.

Cafú o récorde de partidas e bolas perdidas para o adversário. Ronaldinho o de melhor jogador do mundo e das história em quadrinhos também. O Ronaldo de maior artilheiro de todas as copas e mais gordo ainda que se negassse a aceitar as evidências. Kaká  o de mais bonito e inoperante do torneio, e Parreira o de técnico com maior número de presença em copas e maior lobysta da seleção, pois não quis tirar Cafu, Emerson, Roberto Carlos, Ronaldinho, Ronaldo e Káká.

Tudo isso por puro medo, por puro lobysmo, por medinho nauseabundo e abjeto de perder o grupo ou de desagradar um dos seus príncipezinhos encantados que não podem ir pro banco, pois seus récordezinhos nojentos são mais importantes que toda uma copa, copa essa que eles jogaram fora, porque por mais Zidane que for, eles não tinham e não tem um quinto da nossa técnica. Mas enfim, venceu a politicagem hedionda, o como dizem por aí, “o medo de perder foi mais forte que a vontade de vencer.” Ou por um outor motivo mais grave que nem quero considerar.

O que me surpreendeu foi não ter visto críticas ao jogador Cafú, prá mim o pior de todos disparado. Lento, velho, displicente, sorridente dmonstrando uma petulância abominável após cada erro seu. Eu lia até mesmo elogios prá ele nos sites do Brasil, dizendo que ele apoiou o ataque. Eu me pergunto. Será que sou tão malditamente burro que não vejo esse Cafú nota 7 deles? Porque o meu Cafú era nota 0. O que eu via era um lateral que se acha Deus porque fez mil e quinhentos jogos pela seleção e não teve o discernimento de jogar em prol do time e pedir prá sair, diante da sua total inutilidade ao time. Vi Cafú atravessar jogadores no ataque, como o dentuço e o lindinho de Milão. Também vale à pena lembrar que o gol nasceu de uma falta estúpida sua. Ora bolas, se isso é ajudar no ataque, que fique então em casa ou no Jardim Irene cuidando da sua instituição de caridade fazendo média para o povo.

Eu me perguntava durante toda a Copa, porque Parreira não tira Cafú? Estava tão óbvio, tão gritante de que ele não servia mais à seleção, que eu me recusava a acreditar que Parreira não visse isso, que Parreira não enxergasse assim. Ou ele seria tão burro? Ou eu seria tão melhor treinador que ele? Os ingênuos irão dizer; “Ullisses, agora é fácil falar”. E eu respondo, não, agora não é fácil falar, agora é tarde, pois Parreira foi covarde e com um time campeão em mãos, preferiu fazer política.

Diante da mesma covardia do Pekermann fica uma pergunta suspensa no ar. O que levou de fato os dois treinadores a facilitar o jogo pro adversário? Contratos secretos com patrocinadores, para que a Copa do Mundo não perca a graça como mesmo disse o presidente da Fifa J.Blatter? Não sei, só sei que foi fácil demais, para times limitados como Alemanha e França vencerem Brasil e Argentina, e que os dois sulamericanos tenham tido medo de por os melhores em campo.

Não, não é desculpa, mesmo porquê não me sinto tocado pela derrota deles, me sinto tocado pelo escândalo do campeonato Italiano, que não foi o primeiro, me sinto tocado pelos ábitros comprados em Portugal, Alemanha e Brasil, me sinto tocado pela vergonha de 78. Enfim o mundo d ofutebol infelizmente não se resume às 4 linhas.

Por tudo isso é que não faz sentido algum e não há desculpa plausível para isso. De que tinham medo Pekermann e Parreira? De vencer? Quanto custa uma Copa do Mundo? Ficam essas perguntas no ar, quem quiser responder, estou disposto a tentar compreender tamanho disparate.

PS: Não vou torcer prá Portugal. Não sou português e estou pouco me lixando se o treinador ou o roupeiro são. Pois não torci pro Quait, nem prá Costa Rica, nem pro Paraguay, nem prá Arábia Saudita. Porquê haveria de torcer pra Portugal? Esse business que virou o futebl, me faz pensar muitas coisas. Tomara que eu ainda tenha tesão daqui a quatro anos.

Ullisses Salles 02.07.06
Ullisses Salles
Enviado por Ullisses Salles em 02/07/2006
Reeditado em 02/07/2006
Código do texto: T186039
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Sobre o autor
Ullisses Salles
Suíça, 40 anos
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