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fora do comum

Vou substituir "fora do comum" por "pouco usual" e depois voltar ao "fora do comum", sem ir a lado nenhum. Já se eu disser onde se situa o ponto de partida "fora do comum", aí quando passar a “pouco usual”, se verá se vamos a algum lado.
Notoriamente quero jogar na tabelinha e brincar no drible, recriar com a bola. Isto enquanto espero pelo jogo Portugal-França, pensando as consequências:
1- primeiro, se ganharmos, vamos à final disputar, pela primeira vez, o título mundial;
2- segundo, se perdermos, não é só ir disputar o terceiro lugar, é ter de jogar no Sábado com menos um dia de descanso e jogar com a equipa da casa com mais um dia de descanso;
3- se empatarmos e formos aos penaltyes (com a incógnita y) é o pior que nos pode acontecer, porque: o jogo passa a depender da sorte, o cansaço do prolongamento não será só mais um azar, e os jogos ganham quando há um vencedor claro.
Claro que marcar mais golos, determinando o vencedor, pode não mostrar que ele seja o melhor. Isso aconteceu no último Campeonato Europeu, onde ficámos em segundo e fomos os melhores. A Grécia, campeã, nem se classificou para o mundial!...
Vitórias morais já temos demais, agora queremos a moral das vitórias. Só há, este tipo de moral, com a vitória. Portanto, sabendo bem o que queremos, a vitória não só será melhor desejada, está quase garantida: a nossa força, é a nossa certeza!...
A certeza, porém, no jogo, tem várias facetas, são todas certas, logo, nenhuma é determinante. Vejamos o caso do jogo da bola: há três equipas, uma bola em jogo, duas balizas, um relvado e as chuteiras dos jogadores fazem parte dum equipamento com calções e camisolas. Cantam-se os hinos, há uma enorme emoção quando o jogo põe em jogo estas certezas e muitas outras mais: ainda vou dar um passeio antes do jogo.
Quanto ao "fora do comum", como escrevi no texto que publiquei: a Sal era e é uma poetisa fora do comum.
Claro... isto abre para uma premissa errada: existirem poetisas comuns, mas este erro è a possibilidade de haver tantas poetisas e poetas neste mundo. Se este erro ganhasse jogos, as vitórias morais teriam muito mais valor.
Espero que a "equipa das quinas" além de jogar com poesia, a execute com perfeição e consiga um belo poema!

{Em relação ao jogo, Portugal perdeu: França 1 – 0 Portugal.
Para quem viu o jogo e aferiu a realidade do jogo, a França ganhou através dum penalty (com y de propósyto) de propósito forjado pelo avançado e o jogo foi um empate, num embate em que Portugal ganhou em remates e em perigo, sofrendo um golo [de castigo (!?) da marca de grande penalidade].}
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 06/07/2006
Código do texto: T188428
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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