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Ingenuidade humana

Previsibilidade, começo, fim. As primeiras tentativas de se reconhecer à origem ou a criação da vida e do homem são cercadas de dogma, crença, fé manipulada ou invenção mesmo sem boa argumentação, seja na religião ou na ciência, o homem desenvolve sua pretensão, e assim perguntam os mais ditosos de inteligência, qual é o nosso princípio? Pode ser o ar, a terra, o fogo, o número e segue... Sempre tendemos a um princípio, não poderia ser mais antigo entre os pré-socráticos. E por que tudo tem que ter um princípio? Um fim? Temos medo, medo de morrer e ainda não saber se existe adiante... Criamos, cogitamos em nome dele, daquele, lá e acolá... Vislumbramos um início, um meio e um fim. Mas pode não ter fim, começo, meio e adiante. Mas por que não perguntar, como nascemos? Como morremos? Por que morremos? Para onde vamos? E se voltamos. Muitos já responderam entre os pensadores da pretensa ciência, “estes são os limites da racionalidade humana, da mente humana”. E não nos contentamos, fomos criados por quem? Por um Deus morto por Nietzsche, ignorado por Russel. Evoluímos conforme os fósseis de um pretenso macaco despido? Ingenuidade humana, acreditar, inventar, glorificar, e incentivar o que é devaneio.

Sem mais por hora.
Alessandro Barreta Garcia
Enviado por Alessandro Barreta Garcia em 18/07/2006
Código do texto: T196644
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Sobre o autor
Alessandro Barreta Garcia
São Paulo - São Paulo - Brasil, 39 anos
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Alessandro Barreta Garcia