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O emprego a nova escravidão do ser

A escravidão no Brasil existiu aproximadamente 400 anos. O país foi o último a assinar com a lei áurea e o mesmo parece que foi feito com lápis.
A escravidão está bem viva e presente nos dias atuais, só que agora ela mudou de nome, passou a se chamar emprego.
A falta de emprego assola povos de uma nação, prejudicando milhares de pessoas, que não conseguem produzir nada para manter o sistema funcionando. Além de o emprego ser uma nova espécie de escravidão, ele está cada vez mais extinto e deixando de existir. Os que ainda conseguem serem escravizados, porque nunca tiveram muitas escolhas, ou seja, uma oportunidade de emprego são submissos a acatar ordens e cumprir horários estipulados para si manterem vivos. As pessoas que não estiverem dentro dessa realidade passam a serem excluídas, são os novos “hereges”, pois não fazem parte de uma sociedade voltada exclusivamente para o consumo e nem contemplam o DEUS MERCADO. Mais de fato os trabalhadores produzem não para o seu próprio sustento ou apenas necessidades, e sim muito mais para enriquecer uma minoria cada vez mais elitista. O papel desse trabalhador acaba sendo de circular o dinheiro que sempre acaba nas mãos dos Magnatas e Empresários, que não distribuem renda, contratam mão de obra barata, quando contratam. Até quando esperar por políticos. Um estado que se diz nação e que é uma democracia, que o papel do estado é o de representar a sociedade, mais uma mentira absoluta então pra que existir um governo se ele não faz o mínimo possível? o país tem uma das maiores taxas de juros, impostos no mundo para onde vai parar tanto dinheiro? Esse ano é ano de eleição do que adianta  ir lá votar, fazer papel de cidadão, se  isso não mudará nada, não acarretara nem um benefício para nossas vidas, é apenas um domingo em que o governo obriga a tirarmos de nossas casas para irmos representarmos uma farsa somos cúmplices desse absurdo e estamos condenados a pagar o preço até o fim de nossas vidas.

Alex m.
bandini
Enviado por bandini em 19/07/2006
Código do texto: T197260
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Sobre o autor
bandini
São Paulo - São Paulo - Brasil, 34 anos
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