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Coração valente

Nós não viveremos se continuarmos nos apoiando em outra pessoa, nós temos que aprender a andar com as próprias pernas. Nós começamos a criar coragem quando o medo de ser derrotado é maior que o medo de lutar. Nós não entenderemos os motivos se alterarmos nosso tom de voz e não pararmos para ouvir o que os outros têm a nos dizer. Nós só conseguiremos os objetivos, derrubando os obstáculos. Nós não podemos entender as atitudes dos outros, simplesmente porque os outros , são os outros. Mesmo que eles, muitas vezes, com suas atitudes possam nos trazer angústias. Nós não nos importamos com as pessoas mais próximas, exatamente pelo fato de estarem próxima e nos preocupamos com as pessoas distantes pelo motivo de sempre olharmos além de nossas fronteiras com intuito de ter mais. Nós, às vezes, conseguimos ser infiéis conosco pelo fato de gostarmos mais dos outros do que de nós mesmos. Nós, às vezes, conseguimos ser desonestos conosco pelo motivo de nos esquecermos para ficar pensando em possibilidades, fechando os olhos para os fatos que estão evidentes. Nós não conseguiremos ser independentes enquanto dependermos de um ombro amigo, de um colo e uma carícia feminina, ou seja, seremos eternamente dependentes. Nós, às vezes, ficamos presos por pensamentos duvidosos que nos maltratam a alma, devido à cumplicidade com as outras pessoas que nos devem ou esperam uma resposta. Nós, que estamos  vinculados a esta amarga indecisão, não conseguiremos abandonar o campo de batalha antes de se integrar à realidade e possuir o conhecimento completo sobre os acontecimentos. Nós que somos vítimas da dúvida, não conseguiremos dar respostas concretas, pois a dúvida não acaba enquanto não se arrisca. Nós somos criminosos passivos pelo fato de não participados de crimes que poderíamos ter evitado, assim, somos abocanhados pelo remorso que nos tira o sono. Nós não podemos ter sempre o que queremos, pois nunca estamos saciados. Nós não podemos ser fiéis quando não estamos juntos, mas podemos ser infiéis mesmo separados, pois fazemos tratos e acordos, se não cumprimos, não somos dignos de fidelidade. Somos definitivamente cúmplices do acaso se não tomamos a iniciativa de alterar o caminho que traçaram para nós. Ficando inerte dessa maneira, nós só temos a perder, pois as oportunidades dificilmente virão bater à porta, pelo contrário, nós é que devemos ir ao encontro delas. Nós não venceremos uma guerra se não estivermos preparados para lutar, da mesma forma que não encontraremos um amor se não estivermos preparados para amar. Nós não estaremos satisfeitos até nos tornarmos o centro das atenções, pelo menos, para aquela pessoa que tira a nossa ATENÇÃO! Este é, sem dúvida, o motivo pelo qual a vida a dois é tão romântica: o comprometimento e o respeito mútuo sem indiferenças. Só o carinho é capaz de expressar o amor, da mesma forma que é essencial para manter as pessoas juntas. Nós não vivemos pensando no passado, mas vivemos em função de seus resultados, assim como o futuro está em função do agora. Jamais entenderemos uns  aos outros, pois nunca seremos capazes de expressar exatamente aquilo que sentimos. Nós somos imprudentes quando tomamos decisões apressadas, mas somos covardes se não tomamos alguma decisão, são duas faces da moeda. Somos humanos capazes de amar e ser amados. Seremos enganados da mesma forma que enganamos e conseguiremos alcançar troféus conforme a capacidade de lutar por eles. A vida traz sorrisos e lágrimas, é preciso saber lidar com os momentos em que choramos para aproveitar com dignidade os momentos de alegrias. Nós, às vezes, nos perguntamos: por que estamos da maneira que estamos? Mas esquecemos que somos nó que mudamos este ponto de vista em relação à vida, embora existam pessoas que interferem na vida dos outros.
Existem três coisas básicas de que precisamos para viver: crença, amor e esperança. A falta de uma delas pode te destruir.
O nosso coração tem que ser valente, pois o amor é uma guerra onde muitos guerreiros já morreram!
Damaso
Enviado por Damaso em 19/08/2006
Reeditado em 07/11/2011
Código do texto: T220111

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Sobre o autor
Damaso
Rio Manso - Minas Gerais - Brasil, 34 anos
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