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TPM MASCULINA


A milenar ciência médica não tem sido tão condescende aos enfrentar os problemas  da TPM masculina ou, melhor esclarecendo (Tensão Pré Morte),  tanto quanto o seu congênere feminino.

A humanidade é uma sociedade machista, justifica-se  Marta Suplicy - fervorosa ativista político e ardorosa defensora da igualdade sexual.

Não posso repudiar ou tripudiar o Projeto da nobre Senadora.
Todavia, não observo, no seio da sexualidade política,   razão para que tal afirmativa possa ser objeto de normativo legal que justifique ao espécime masculino, dito, superior,  renegar  seus iguais ao segundo plano.

Afinal de constas, a mais singela tradução da lei darwiniana,  leva nos crer que a seleção  natural das espécies beneficia o mais forte e o mais resistente.
No entanto, no imbróglio do naturismo real,  o que se observa  é que, a luz da ciência mitológica, num breve e curto espaço de tempo (que compreende o período pré-jurássico ao minotáurico) foram desenvolvidas mutações capazes de transformar  bárbaros nômades na nossa refinada  sociedade contemporânea.
 
 De certo que, o trem hereditário da civilização comporta em seus vagões qualquer passageiro que detenha valores citadinos para pagar a passagem.
Como bem frisa o Escritor Peter Seller, o homem é subproduto da fábrica do Criador. Quer seja ele uno, duno, trino, ou   Deuses Astronautas.   A mais cristalina verdade é de que, quando os viajantes do universo sideral, manipularam o DNA das criaturas terrestres, promovendo, por  assim dizer,  a evolução das espécies, nem todo fruto resultou em produto de qualidade perfeitamente perfeita.
A esse mecanismo, chamamos de pecado original (falha técnica na manipulação dos eletrodos de carbono 14);  sem nos dá conta de que, por máxima culpa do Criador,  fomos contaminados com a mais ínfima partícula atômica de um gene renegado.
Ou seja: o gene andrógeno.
 A própria literatura mitológica registra, em letras ruge carmim, o desencadeamento do processo e atrofia na semente masculina ao longo dos séculos.  Era de se esperar, no entanto, que a medicina tradicional houvesse de encontrar um antídoto eficaz para deter a doença antes que ela se tornasse uma epidemia.
Mas não é o que se observa.  O que de fato se registra;desde os primórdios da humanidade, é que, de séculos em séculos, o gene mutante que foi encerrado no caldeirão profano da Sodona e Gomorra bacteriana desperta no seio das  famílias mais tradicionais.

Caritó Natura, pai da medicina dos cosméticos, acertadamente, previu em sua investigativa obra comercial  que, por força do avanço da doutrina neoliberal, a medicina do divã sucumbiria com do advento pós-industrial.  E vai mais além:  afirma que o rejuvenescimento do culto ao Deus Édipo, sepultará por uma eternidade, o vigor  da constelação do centauro.  Quando for chegada à nova era; afirma ele, os descendentes de  Apolo nada mais serão que civilização  “gauche”.

Odara, quando a medicina tradicional alardeia a necessidade de exames específicos   para a comunidade masculina, o faz, de maneiras tão ardilosas, que nos levar crer:  a terapia vigente é muito mais uma forma de dizimação do que de preservação dos últimos  espécimes da raça.
Tomemos por exemplo o exame de prostra, para o qual, não careço tecer melhor tradução:
“No último censo virtual, a Governament  Gerencial Latin Engels – GOOGLE, registra que no último biênio,  a  taxa de infidelidade masculina tenha crescido 69% no índice DAS-JHON.  Em que pese haver um incremento da ordem de 0,2210% por taxa de envelhecimento precoce;  90% dos casos decorrem do desvio retal por manipulação direta”.
  Fica  assim, justificado, o efeito negativo do exame.
O Phd, Enmereng fisycal David Keples Waits, afirma com toda a segurança de seus mais de 45 anos dedicado  ao aculturamento retal, que:  “todo paciente tocado,  tende, em curtíssimo  prazo, padecer da necessidade fisiológica de bisar a experiência e sentir o efeito do método digital terápico”.
Ou seja: desenvolveu a propensão ao vício.  LIBEROU A FRANGA.
Antonio Virgilio Andrade
Enviado por Antonio Virgilio Andrade em 25/08/2006
Código do texto: T225169
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Sobre o autor
Antonio Virgilio Andrade
Riacho Fundo - Distrito Federal - Brasil
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