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PORQUE AS MULHERES FAZEM SEXO E OS HOMENS FAZEM AMOR?


Ao reler esta indagação; meu sensor literário questionou-me se não havia incorrido em erro de gênero. Por assim dizer: invertido a sexualidade frasal.
Adverti-me que não.  A frase estava correta tanto quanto a indagação.  Que afinal, é oportuna.
Sou de julgamento que os Autores: Bárbara & Allan Pease, em seu livro “PORQUE OS HOMENS FAZEM SEXO E AS MULHERES FAZEM AMOR” cometeram um equívoco irrecorrível que padece fundamento cientifico, pedagógico  e cultural.
De certo que sei que o sexo é o degrau que, na escalada de relacionamento humano é o mais frágil e instável.  Basta alguém, naquele momento sublime  pisar em falso;  e lá se foram infinitos minutos jogados fora. ( minutos esses que não se pode medir na escalada oficial de tempo).

Permitam-me transcrever um exemplo colhido na obra dos citados Autores:
                        *                         *                        *                      *
“CONVERSA DE UM GRUPO DE MULHERES QUE JANTAVAM NUM RESTAURANTE:
Loura: "Pois é, ele nunca está satisfeito. Se queixa o tempo todo. Se eu não quero fazer sexo na hora em que ele quer, fica se lamuriando, e eu só cedo para ele calar a boca, mas curto muito pouco. Tem horas que eu não estou a fim, mas ele insiste tanto que no final acho melhor topar do que ficar ouvindo suas lamúrias."
Morena: "Stephen é igualzinho. Acha defeito em tudo o que eu faço. Se eu me arrumo para ir jantar com os amigos dele, reclama dizendo que eu me arrumo mais para os outros do que para ele, que eu acho seus amigos mais atraentes do que ele. Se eu não me arrumo, ele se queixa de que eu não ligo para ele porque não cuido da minha aparência. Às vezes eu penso que é impossível acertar."
Terceira mulher: "Então por que será que os homens dizem que as mulheres torram a paciência deles com suas reclamações?" Risada geral.

                        *                         *                        *                      *
Ora, por si só, o exemplo acima é elucidativo, e acima de tudo: é uma prova irrefutável que o homem não sabe fazer sexo.  Somente que não sabe fazer alguma coisa, tem propensão carente de aprender fazê-lo.
A chuva não precisa aprender fazer chuva...   o frio não precisa aprender fazer frio...  o fogo não precisa aprender fazer fogo...  e a mulher não precisa aprender  fazer sexo.
Donde se conclui, que: no máximo, o homem sabe fazer amor.

É bem verdade que o amor de homem não seja, de todo, confiável.  E que, em muita  e muita situações, possa ser julgado inconstante, frívolo, demente, e sagaz.  Ora, mas todos sabemos que o homem não é perfeito.  E não se pode exigir que em matéria de amor homem tenha atingido a plenitude da perfeição.

Para reforçar essa inafastável  verdade, recorro a dois eméritos estudiosos da matéria:  Dra. Geny Tommas,  paleentóloga do instituto de Arcansas –Oyo, e o PHD-Dr. Hill Tomphon Curaere,  um dos mais renomado ginecologista americano.

* Dra. Geny Tommas,  paleentóloga,  comunga o entendimento baseada em suas pesquisas e descobertas em sítios arqueológicos diversos.
Para ela: uma fêmea por si só, se basta.
Se basta e se sobra em qualidade e superioridade exógena.
Afirma ainda: “uma única fêmea é capaz, a um só tempo, de saciar vários machos.  Por seu turno, os machos, por mais atributos físicos e psíquicos que possa desenvolver, jamais irá satisfazer duas fêmeas a um só tempo”.

** Em sua premiada coluna: QUEM É QUEM NA CAMA; o PHD-Dr. Hill Tomphon Curaere, traduz as diferenças do aparelho reprodutor masculino e feminino comparando-os a brinquedos do nosso cotidiano e que podem ser manipulados sem grandes conhecimentos e habilidades.
Ensina-nos ele:

“O SEXO MASCULINO É UM BRINQUEDO DE MONTAR:  para você brincar, tem que juntar peça por peça,  num encaixe perfeito.  E mesmo assim, só vai brincar por uns breves  minutos”.
“O SEXO FEMININO É UM BRIQUEDO DE ABRIR:  é só abrir a caixinha que a brincadeira já começou...  e não tem hora para acabar “.
 
Como bem podemos avaliar, essa excêntrica e ilustrada opinião médica,  supera toda e qualquer teoria filosófica baseada em “achismos” ou  argumentos não balizados e cultuados por reclusos feudos da ortodoxia cristã.  Não é por demais lembrar que, sob o selo da inquisição, o ser feminino foi condenado na sua essência natural.
SENTENÇA: ter extirpado da carne a força do seu mátrio poder.  O SEXO.
Antonio Virgilio Andrade
Enviado por Antonio Virgilio Andrade em 28/08/2006
Código do texto: T227082
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Sobre o autor
Antonio Virgilio Andrade
Riacho Fundo - Distrito Federal - Brasil
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