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PÃO-DURO

Num restaurante.
-Hum! Que gostoso este sorvete de caixinha!
-Maria Eduarda, quero mais unzinho. Você me dá?
-Mamãe, vamos levar o resto para a nossa casa?
-Não, Duda, deixe a vovó comer o tanto que ela quiser. Minha filha, nós não somos pão-duro. Tenho horror de gente assim.
-Mas vai acabar tudo, mamãe!
-Não tem problema. Depois eu compro uma caixinha para levarmos.
-Dudu, você sabe o que é ser pão-duro?
-Claro que sei, vovó! É egoísta!
Na saída.
-Vamos, Duda, calce os seus tamanquinhos. Olha, você não bebeu o refrigerante. Tome logo, porque já estamos indo embora.
-Não quero, vovó. Eu não sou pão-duro.


Anna Célia
Enviado por Anna Célia em 05/09/2006
Código do texto: T233088

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Sobre a autora
Anna Célia
Vitória - Espírito Santo - Brasil, 70 anos
1158 textos (55245 leituras)
1 e-livros (216 leituras)
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