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NEBLINAS DE UM AMANHECER


Depois de terminada a guerra, o soldado solitário se encerra ferido pelo questionamento – Seria mesmo necessária tanta destruição?
Talvez sinta alguma culpa - algum sorriso que desfez e não consegue esquecer, mas... O Senhor do território veste a máscara do vencedor e representa. Sua atuação é mais forte e aniquila as fraquezas.
O corpo pertence a uma alma cheia de anseios.
Encerrada a guerra, o soldado pode sentar e repousar a cabeça por entre as pernas. Certamente chorará lágrimas marcadas de vitórias – representação da dor de ter de matar para viver.
Quantos inocentes estão mortos?
O soldado se despe da armadura.
- Sou eu!
Do guerreiro, permanece o homem... Dos sonhos, retalhos de realidade...


Helena Sut
Enviado por Helena Sut em 24/01/2005
Código do texto: T2338
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Sobre a autora
Helena Sut
Curitiba - Paraná - Brasil, 47 anos
614 textos (789873 leituras)
2 áudios (1258 audições)
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Helena Sut

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