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SETE DE SETEMBRO

“Independência ou morte!”
Foi o grito gerado no abrigo de um coração.
E a resposta de independência
caiu na boca do povo,
que durante um bom tempo
ficou sendo o emblema geral da Nação.
Cresceu o consumismo,
também aumentou a população
e o sonho de liberdade
transformou-se numa fragilidade
produto farto, da imaginação.

Quem for livre levante a mão
e satisfaça os direitos e os deveres
na justiça da opinião.
Você não ergueu a tua mão?
Porque na hora do voto,
ainda pensa que é cidadão?
Veja hoje é o dia da Independência!
Uma grande comemoração!
Mais comemorar o quê,
se o nosso País não acolhe,
todos os seus filhos como irmãos?

E as nossas riquezas são inúmeras,
espalhadas pelos quatro cantos do mundo,
mais a fome, a violência e a pobreza
armam guerras,
num abismo profundo.

Quem estar satisfeito
com a ordem e o progresso,
levante o braço direito.
Você ficou parado
e nem sentiu vontade de erguer o braço?
Aplausos!
Você pelo menos tem vergonha da situação do próprio “Estado”
e do jeito que as coisas caminham
o futuro sentirá inveja total do passado.

Fim desta, Cristina Maria O. S. S. – Akeza.
Akeza
Enviado por Akeza em 07/09/2006
Reeditado em 04/06/2013
Código do texto: T234859
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
Akeza
Canavieiras - Bahia - Brasil, 55 anos
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