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RECICLAGEM

Com quase total certeza ao se deparar um com esta frase, vem logo à mente, a lembrança de um monturo – ou seja, monte de lixo, de imundícies, de coisas sujas ou imprestáveis; lixeira, estrumeira.

Levando a crer que a mente humana anda tão congestionada que uma palavra que sugere mais que esse montão de coisas vis ou repugnantes, seja tomada precipitadamente pelo mais negativo que possa comportar seu significado.

Reciclar tem sido para os dias atuais a chave que abre a porta de entrada de palestras corriqueiras à beira de uma calça às grandes conferências, com o intuito de se obter melhores condições, que muitas das vezes são indispensáveis a todos.

Em analise, simplória, chega-se a conclusão de que o ser humano maduro dado a uma rotina super movimentada, distancia-se do que há de original e belo no todo. Passa a apreender pelos estímulos que lhe são derramados às vezes de forma tão condicional que o fazem perder um bocado da perspicácia infantil que é extremamente necessária – Um homem que se acredita tão maduro e cheio de sabedorias não assimila, porém lhe escorrega goela abaixo muito do que ele não gostaria de solver. Já a acriança em seu processo de aprendizagem e capaz de se apropriar de conhecimentos vários, o que lhe possibilita o crescimento amplo, e, é também, capaz de divergir de maneira surpreendente quando algo se distancia do original e belo. Claro o ser adulto tem, por suposto, outro foco de compreensão! Todavia é intrigante que justamente o plenamente capaz, seja o mais tendencioso a falta de sagacidade. E parece lhe excitar a inclinação ao negativismo.

Então, reciclagem apreciada pelo lado positivo guarda em si a beleza de possibilitar a repetição de algo com a finalidade de melhorar propriedades e, ou aumentar o rendimento. Fazendo-se premente ao homem internalizar os benefícios a que se pode chegar dando-se a reciclagem em sentido lato. Especialmente reciclando-se, ele, Homem, no aprimoramento de si mesmo.
Cláudia Célia Lima do Nascimento
Enviado por Cláudia Célia Lima do Nascimento em 18/09/2006
Reeditado em 22/11/2006
Código do texto: T243217

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Sobre a autora
Cláudia Célia Lima do Nascimento
Luziânia - Goiás - Brasil, 51 anos
476 textos (16068 leituras)
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Cláudia Célia Lima do Nascimento