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CONCISO

De alguns anos para cá - cá entre nós -, reli meus conceitos psico-eolíticos. Após dar-me mais ao que há de disponível no universo bibliográfico sobre as new lefts, percebi na contemporaneidade, não mais valer ovacionar às utopias. Estes antigos rótulos: direitas, esquerdas, ultrapassaram-se com seus discursos demagógicos.
Hoje, o que há como correntes discutíveis, é o progressismo ou o conservadorismo no campo socioeconômico, filosófico, político. Não, não que eu tenha me vendido! Ando duro, fodido, ferrado, e nem me vem uma grana para comprar meu armário. No fundo, lá no fundo, chapinhas cato! Contudo, em meu antigo sonho pseudo-comunista, verifiquei uma gafe: o rótulo! Já não me dou aos levantes à toa, e nem me interesso se o Fulano é parte da vertente líbero-conservadora.
Aliás, admiro o Fulano, o Sicrano, o Haroldo de Campos, o Gabeira, os meus avôs, o Jabor, o Gil e o Caetano! Aliás, enamoro-me ao mundo, eternamente e "éter na mente", como proferiu um Walter ( o Franco ). Aliás, egresso de um passado ultrapassado, no dialeto da “vanguarda esquerdista”, dessa idiotice ideológica, festiva e populista. Frustrada nas “revoluções sessentistas”. Aliás, tenho minha letra, minha noiva, minha mãe, minha língua. Aliás, aliás, aliás,..




* TODAS ESTAS PERSONALIDADES PÚBLICAS CITADAS NO TEXTO, SÃO EVIDENTEMENTE, DE MINHA INTEIRA SIMPATIA E ADMIRAÇÃO.
RODRIGO PINTO
Enviado por RODRIGO PINTO em 21/09/2006
Reeditado em 25/09/2006
Código do texto: T245632
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Sobre o autor
RODRIGO PINTO
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 98 anos
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2 e-livros (908 leituras)
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RODRIGO PINTO