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todo

(o) todo

Eu não tenho para mim próprio uma completa explicação sobre o que escrevo, poderia dizer acabei de escrever um poema porque uma amiga me acabou de escrever um e-mail, este correio electrónico do qual todas as mensagens na Net comungam. Comecei uma série de crónicas, dou-lhe continuidade com este poema agora escrito e publicado como segue:

o silêncio
é a suprema harmonia
onde eu procuro
guardar

a chama da alegria
e uma alegoria estranha
sem personagens

onde tu és todo
o meu amor reinventado

e cada poema vivido

O título deste texto do poema dá-lo-ei à crónica depois da concluir, deixando presente mais uma vez esta presença da noção do tempo cronológico, Cronos é um dos meus deuses favorito. Depois esta ligeireza no dizer, onde se pesa a escrita sem peso ou com o peso que os cornos me dão e, também eles, são uma figura rica no meu património alegórico de alegria burlesca onde ninguém é burlado. Quanto à inconsequência desta sequência de ideias, nada mais consequente do que aquilo que se sente: é com isso que escrevo, mesmo antes de pensar (o que acontece depois...)?...

Nota: a todos/as o meu obrigado, acho que o "texto" foi o meu texto mais bem recebido... Bem hajam, agiram bem!... :)
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 19/06/2005
Código do texto: T26026
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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