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um clima, outra vez...

 

Acabei de ouvir:
http://www.recantodasletras.com.br/audio.php?cod=1059

Confesso que gostei! Não me perguntem Porquê? Por tudo, não é resposta... E, não deve ter sido por tudo. Às vezes é difícil lidar com o Gosto, será mesmo sempre difícil lidar com o Gosto! Penso será mesmo a matéria prima "inconsutil" da Arte, esta é uma afirmação subtil :)

Como confidência, transformando isto em crónica... Acabei de escrever agora mesmo...
19-10-2006 11:24:59

Chove, ainda chove... Também ainda não terminei este telefonema. A verdade é esta e não precisa ficar mais clara (apetece-me escrever Clara...), vou-te dizer como imagino o final. Tu és mesmo a minha vizinha, fui reconhecido, fico reconhecido... Só por acaso daqueles que a Arte, a Vida, a substância dos substantivos próprios mais "inconsuteis"  e subtis (os que se escrevem sob o til de Acção!): tu és a minha vizinha...

Entretanto foste chamar as tuas amigas, se é que elas estão no prédio?, andaste a viajar de telefone!... Agora estão no teu apartamento, activaste o "alta voz" do telefone. Quando terá sido? Quanto tempo terás andado com ele na mão? Porque quero acabar a Peça?, porque a acabo de escrever com P maiúsculo! Não tenho melhor razão; depois há a paciência: esta “ciência” tão difícil de dominar! Porque não Ciência? Não é ela experimental, como a minha Peça?
Bom, amor, podes vir bater-me à porta!

Eu espero... (nessa altura entras, abraçamo-nos, dirigimo-nos até à parede invisível do meu quarto, atrás de nós entra o público, as/os amigas/os e cumprimentamo-nos todos! Eles batem palmas, nós batemos palmas. Estamos no palco e, por momentos: nunca fomos tão felizes na minha vida! Na nossa vida!!)

[Agora Sim, vou sair e levo o chapéu de chuva.]


{Quando escrevemos somos uns mentirosos? Acho que não, acho precisamente o contrário: acho que nunca somos tão verdadeiros! É a Verdade a falar por nós :)

Não encontrei "inconsutil" no dicionário...}

Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 19/10/2006
Reeditado em 19/10/2006
Código do texto: T268113
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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