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CASOS ESOTÉRICOS !


Há dois mil anos, o mestre Jesus, ao ser interpelado pelos seus apóstolos que reclamavam do fato de pessoas estranhas estarem expulsando os espíritos maus usando o seu nome, respondeu mais ou menos o seguinte:
“QUEM NÃO ESTÁ CONTRA NÓS ESTÁ A NOSSO FAVOR!”
Essa máxima deixou claro que só quem atua ao contrário aos ensinamentos de Cristo é que não está com Deus, dando um alvará aos que, mesmo não fazendo parte de nenhum grupo religioso ou até sendo ateu, poderá estar a favor de Deus, desde que cumpra as suas determinações indiferente ao fato de tê-las, ou não, aprendido de algum padre, pastor ou de quaisquer outras igrejas.
Deus não pode (porque não quer) desdizer-se, dessa forma, nunca porá nenhum obstáculo à prática do bem, mesmo que ela venha de um ateu ou de um criminoso, para Ele, o que vale é a essência e não o invólucro do “produto”, também, não exigirá diplomas, emblemas, maturidade, nem a oportunidade ideal para o Bem ser praticado, venha ele de onde vier.
O passado hediondo do indivíduo não lhe acompanhará na conversão, a sua vida pregressa será imediatamente apagada no ato do arrependimento.
Quando Lúcifer revoltou-se contra Deus em razão do Altíssimo ter criado Adão fazendo-o, espiritualmente, à sua imagem, ele foi vencido pelos arcanjos Miguel e Gabriel.
O Senhor achou boa a criação do nosso mundo, porém, por séculos e séculos, tentou domar o homem sem usar o seu poder, tudo sendo debalde, primeiro, deu a Adão e Eva o comando de tudo na terra com apenas uma proibição, que eles desobedeceram, acabando Deus por retirá-los do Éden ao mesmo tempo em que desterrava Caím pelo fratricídio de Abel, tempos depois, destruiu a humanidade com o dilúvio deixando vivos uns oito representantes da linhagem de Adão, destruição essa que lamentou dizendo que não mais afogaria o homem, se necessário, os queimaria para evitar o sofrimento do afogamento; segundo, fez uma aliança com Moisés no êxodo, que, também, foi quebrada pelos seres humanos; por último, mandou seu filho para tentar converter todos os irmãos, criados, desde o princípio, à sua imagem e para uma nova e eterna aliança envolvendo todos os povos, inclusive os bárbaros e hereges.
Não querendo mais destruir a sua criação, o Senhor optou por dar ao homem o livre arbítrio que o acompanharia durante toda a sua vida e que serviria de uma peneira para selecionar os verdadeiros merecedores do paraíso, que só seria alcançado com a morte da carne carcereira, dando-lhes, também, o Espírito Santo para ajudá-los desde que se dispusesse a escutarem às suas consciências.
O livre arbítrio foi uma atenuação da pena que poderia ser aplicada ao homem pela sua sistemática desobediência às determinações divinas, dentre elas as seguintes:
Não comerem do fruto da árvore do bem e do mal;
Não praticarem as depravações (para não dizer o pior) sediadas. Preliminarmente, em Sodoma e Gomorra;
Não cumprirem os ditames dos dez mandamentos (reduzidos em dois) dados a Moisés e por ele divulgados;
Seguirem ao seu próprio filho, o Messias, cumprindo seus ensinamentos, o que, além da desobediência, o executaram em morte de cruz, ladeado por dois ladrões.
Daí em diante, foi dado ao homem a livre escolha atenuando a pena que deveria ser de um colossal fogo eterno e devastador.
Desde a mais remota Antigüidade, do tempo de Adão até aos nossos dias, o homem vem recebendo seus professores, antes denominados de profetas, apóstolos e Messias, posteriormente, os santos, Ghandi, Madre Teresa, frei Damião e muitos outros, contudo, a todos desobedecendo ou ignorando em prejuízo próprio, tanto material quanto espiritual.
Com o progresso, a desobediência praticamente alastrou-se ficando os valores humanos praticamente sepultados pela sanha pecuniária e pela licenciosidade frenética e abusada.
Só o livre arbítrio continua indelével e servindo de bússola para a verdadeira felicidade e fuga das tempestades dos bacanais dos injustos e descrentes.
Até nas universidades e igrejas existem o obscurecimento dos dons intuitivos do Espírito Santo em favor da liberação das orgias e das maculadas funções sociais da humanidade.
O progresso acabou com o entrudo, onde se brincava apenas com água e pequenas farras em grupos de amigos, transmudando-o em carnavais onde impera o sensualismo e o grande desperdício de dinheiro em detrimento dos mais carentes.
É triste ver a passarela do carnaval no Rio de Janeiro lotada de pessoas divertindo-se com as escolas de samba para, na quarta-feira de cinzas e, nos dias seguintes, vermos o mesmo Rio de Janeiro servindo de passarela e os favelados aparecendo como platéia faminta e carente de tudo.
Os médicos já não mais atendem em residências, onde compareciam tal e qual um anjo, vestidos de branco e trazendo a esperança de cura, hoje, o máximo que se consegue é muito das vezes, nem olharem ou tocar o paciente, mandando-o, preliminarmente, fazer exames diversificados que terá que pagar para o médico saber qual é a doença do infeliz.
Os padres já não são vistos nas periferias e junto a pobreza, para isso, nomeiam casais ou os leigos da sua igreja.
Os policiais patrulhavam as ruas em duplas conhecendo todos os criminosos e intervindo, preventivamente, a tempo de evitar os crimes, hoje, estão motorizados, contudo, distante das vítimas que deveriam defender, não por culpa deles, porém, das estruturas que os alimentam.
Antigamente, os doentes eram doentes mesmo, não importando se estavam com estresse ou loucos, hoje, com tantas especializações e diversificações de atendimentos, chegam ao absurdo de um grave doente cardíaco ser mandado procurar um médico ou hospital especializado para ser socorrido, esquecendo-se que o tempo perdido poderá agravar o mal reclamado.
As farmácias, em razão da ganância dos fabricantes de remédios ou de seus proprietários, mais parecem um estabelecimento bancário que visa só o lucro sem se interessar pelo doente que às procuram aflito.
O LIVRE ARBÍTRIO CONTINUA ATUANDO...
Com o agravamento do desemprego e dos males físicos, muitos doentes saem á procura de alternativas que não lhe devassem os bolsos alem das possibilidades pecuniárias, dessa forma, está num crescendo a oferta dos curadores, benzedores, medicinas alternativas, remédios genéricos e/ou manipulados, que são encontrados em quaisquer locais, desde as capitais, cidade e até no campo e grotões.
Não há comércio, indústria ou mesmo país, que agüente o desemprego generalizado com a conseqüente falta de clientes/compradores, quando isso ocorre, geralmente, quase todos vão às bancarrotas ou as recessões.
Quem sabe ouvir o seu interior tendo por fulcro o poder do seu espírito protetor, na certa, terá mais condições de equilibrar-se na gangorra das dificuldades ficando no meio dela sem desviar-se para as suas bordas que lhe trariam o desequilíbrio, ASSIM, USANDO O MEU ENTENDIMENTO INTERNO E O LIVRE ARBÍTRIO, TENHO ME LIVRADO OU AMENIZADO MUITOS MALES QUE ME AFLIGIRAM OU AINDA AFLIGEM, porém, mais moderados pelas minhas decisões tomadas, dentre elas as seguintes:
- Ao primeiro sinal de AZIA ESTOMACAL, tomo três goles de água quase fervendo, deito-me por uns instantes e, de imediato, levanto-me já dando arrotos e me sentido melhor, dessa forma, ficando livre da azia e dos remédios convencionais;
- Quando eu tenho DORES DE CABEÇA, corto uma cebola (de preferência roxa) e cheiro por uma das narinas tampando a outra alternadamente, sinto um forte ardor na nuca, contudo, a dor de cabeça se esvai de imediato; também, para tal mal, tenho por costume ficar girando a cabeça no sentido queixo-orelha-alto da cabeça-outra orelha e queixo e, vice-versa, devagar e compassadamente;
- Quando tinha DORES DE DENTES, ficava queimando as gengivas com remédios, até que um dia descobri que, esticando um dos braços ao mesmo tempo em que apertava, continuamente, e com um aumento gradual, o indicador da mão direita (ou esquerda) com o meu polegar e indicador da mão oposta, tomando o cuidado de esticar o braço que estivesse do mesmo lado do dente dolorido, o meu dente latejava e parava de doer;
- Sofria constantemente de uma espécie de “FOTOFOBIA” que me obrigava a deitar e ficar  por muito tempo vendo luzes ofuscantes mesmo que estivesse com os olhos fechados, um dia, comecei a tentar ficar imóvel na posição de decúbito dorsal ao ponto de nem engolir saliva... Imóvel mesmo! Momento em que começava a comandar uma força que eu fazia parecer que me entrava pelo alto da cabeça, passava por todos os meus órgãos internos e saía na planta dos pés, ocasião em que continuava a imaginar ela retornando pela planta dos pés, subindo até chegar ao alto da cabeça onde a projetava para o infinito, isso, somado a orações e pensamentos salutares, com o passar do tempo, me sentia como se realmente algo tomava forma e percorria o meu corpo imóvel, ao final, dormia ou levantava-me completamente curado. Esse “tratamento” praticamente curou-me, quase não tenho mais a sofrida fotofobia;
- Desde criança que sofro um pouco de BRONQUITE sem ter asma, fumo muito e nunca quis tentar largar o vício, ultimamente, dado ao calor do verão, coloquei um ventilador de teto em meu quarto e salas o que bastou para agravar a minha bronquite, um dia, estando rezando em pé, comecei a abrir os braços os esticando a frente do corpo e os retornando a posição de cruz forçando minhas omoplatas para trás, ia e vinha constante e rapidamente, senti que os meus pulmões ficaram como que mais desobstruídos e a respiração melhorava, também faço todos os movimentos de natação, em todos os estilos, sem água ao redor. Faço isso todas as noites e não fui mais perturbado pela bronquite e, às vezes, nem noto o vento do ventilador sobre o meu corpo parcialmente desnudo;
- Tenho HIPERTENSÃO ARTERIAL há mais de 38 anos, ela é muito complicada, já tendo consultado mais de trinta médicos e cardiologistas, todos eles não deram jeito nela em razão da mesma modificar até em cinco pontos na máxima e mínima, medição essa em frações de segundos, o último médico que me auscultou disse-me para não medir mais a “pressão” em farmácias nem com médicos, assim que eu passasse mal fosse direto para um hospital, determinou aquele facultativo!  Tentei elaborar remédios tomando imbaúba, alpiste, óleo de alho etc. tudo debalde. Uma vez, um médico conseguiu colocá-la no normal, contudo, fui parar numa enfermaria e o médico teve que me dar bife salgado para ela subir um pouco, entretanto, a mesma hipertensão ajudou-me a ficar livre do alcoolismo pelo simples fato de, tomando diariamente os remédios da farmácia, que não combinavam com o álcool, ter-me afastando da bebida, anteriormente, ingeria bebidas alcoólicas parando com os remédios, mas, quando entendi que, se não parasse de tomar os remédios não poderia beber, optei por tomar os medicamentos e, assim, paulatinamente, fui me desintoxicando... Hoje, não mais sou alcoólatra e não dou a mínima para a hipertensão arterial!
- Certa feita, fui a um oculista para trocar de óculos e ele mandou-me ir para a capital do Estado PARA OPERAR UM DOS OLHOS, dando o nome da doença que era complicado e muito extenso, chegando em casa, resolvi não procurar nenhum oculista e comecei a praticar a “dança do elefantinho” que tinha visto e lido num livro, poucos dias depois estava bom do olho e assim me encontro até hoje, muito embora não tenha retornado ao oculista que me examinara para saber a opinião dele. A dança do elefantinho consiste em ficar em pé com as pernas abertas cerca de 40 centímetros de um pé ao outro, momento em que vamos girando os braços ao lado do corpo de um lado para o outro dobrando as pernas ao logo dos movimentos semicirculares e deixando os braços soltos como se fossem mangas de um paletó sem os braços, fazendo isso por vários minutos e com os olhos abertos mirando ao nível deles acompanhando os movimentos de um lado para o outro;
Retornando a um outro oculista e ele, também me mandou ir para a capital do Estado para SOFRER UMA CIRURGIA NO OUTRO OLHO, não fui e, na manhã seguinte, por inspiração, passei a mirar o sol da manhã com o olho doente, o fazendo por alguns minutos e durante alguns dias... Curei-me totalmente! Pelo menos no meu entendimento.
- Tinha uma espécie de ALERGIA ao redor de meus tornozelos com feridinhas que iam se alastrando e eram doloridas, gastei muito com pomadas convencionais, contudo, sempre elas retornavam a incomodar-me até que, um dia, plantei “babosa” no meu quintal e quando ela estava viçosa, quebrei uma das pontas e passei o líquido gelatinoso e verde dela no local da alergia, no dia seguinte não havia mais nenhum sinal dos ferimentos e assim está até hoje;
- Sempre tinha DORES DE OUVIDOS a ponto de já ter ido até a hospitais em razão da doença, de uns tempos para cá, descobri que, tampando as narinas e fazendo força até o ar ir aos ouvidos internamente, ouvia uma espécie de estalo e a dor acabava, se o término da dor foi em razão de circulação de sangue ou de ar ou se é momentânea não sei, só sei que não tenho tido mais os incômodos e, quando pressinto que possam começar, repito a ação e a dor não vem;
- Tinha MUITA DOR NO NARIZ em razão de tê-lo machucado na minha juventude numa briga de rua, de uns tempos para cá, descobri que, passando minha aliança de ouro em um pano felpudo até esquentá-la e, a encostando-se às narinas, a dor acabava e, assim, o tenho feito com ótimos resultados;
- Desde jovem, tinha uma violenta DOR DE GARGANTA com inchaço das amígdalas ao menor sinal de mudança da temperatura, vários médicos quiseram operar e eu não deixei com medo da anestesia, há uns trinta anos, estava novamente sofrendo com a referida dor e com muita febre, contudo, durante a noite, tive um sonho, no qual fui informado que não deveria tomar nenhum remédio para diminuir a febre até que formassem placas nas amígdalas, ocasião em que deveria ir a um otorrinolaringologista e pedir a ele para lancetar o órgão inflamado, assim o fiz na manhã seguinte, com o sangue espirrando no avental do médico e... Nunca mais tive dores de garganta!
- Recentemente, apareceu-me uma espécie de REUMATISMO DOLORIDO NO OMBRO DIREITO E NA AXILA DO MESMO LADO, numa noite, estando fazendo minhas orações em pé, comecei a gesticular como se estivesse nadando nos diversos estilos, inclusive “borboleta”, forcejando os braços e sentindo muitas dores, continuei nas noites seguintes e, agora, estou curado com as dores tendo desaparecido totalmente;
- Quando tinha CONSTIPAÇÃO INTESTINAL, ficava tomando laxantes constantemente até que, um dia, tomei conhecimento da urinoterapia, a partir daí, sempre que estava com constipação, em jejum, tomava um copo de minha urina, poucos minutos depois estava livre da prisão de ventre;
- A maioria das IRRITAÇÕES que aparecem em mim, por vários motivos, passo babosa  ou pasta de dentifrício e... Fico curado!
- OS MEUS FERIMENTOS SANGRANTES, desde que superficiais, são curados com papel higiênico ou algodão queimado, bem como, teias de aranha também tostadas ao fogo, com o penso colocado apertando o ferimento para ajudar na contenção do sangue;
- Em uma determinada ocasião, estando na cidade de Carmésia-MG., ENGASGUEI-ME COM UM OSSO DE FRANGO e, como lá não tinha médico, fui para a Belo-Horizonte numa “jardineira”(ônibus da época), durante a viagem, sofri mais ainda com as diversas curvas de estrada de terra, em determinado  ponto da viagem, notei que uma senhora estava sentada de lado numa caixa de ferramentas que ficava do lado direito do motorista, propus e consegui trocar de lugar com ela, alegando que estava doendo muito o meu “peito” e que de nada adiantaria ficar no conforto de minha poltrona, tão logo efetuei a troca, notei que a dor estava vacilando em meu interior durante as curvas e, dessa forma, resolvi, estando de lado em relação ao sentido de direção do ônibus, fazer força contrária ao movimento me determinado pelo coletivo, a certa altura, notei que o osso descera para o meu estômago, cheguei na capital já sem dores, tomei vários copos de leite e fui para um hotel na certeza de que o leite desarranjaria o meu intestino, não deu outra: defequei um  osso de quase quatro centímetros, ficando livre do mesmo,  não tendo mais febre nem infecção e... Melhor! Ficando livre de procurar socorro de hospital ou médico!
- De quando em vez, PARA EVITAR A TROMBOSE, DEFICIÊNCIA OCULAR, MÁ CIRCULAÇÃO DO SANGUE E PROBLEMAS ESTOMACAIS, preparo um “medicamento”, vulgarmente denominado de “limpador de veias”, e o tomo antes das principais refeições, na base de uma colher de chá, inclusive no café da manhã, me sentido muito bem tão logo inicio o tratamento, que leva mais de um mês, a composição do remédio é a seguinte:
Descasco cinco grandes cabeças de alho roxo e rodelas de três grandes cebolas, de preferência roxas, coloco o material em meio litro de mel de abelhas passando-o pelo liquidificador até ficar uma massa líquida homogênea, acondiciono o líquido numa garrafa em uma geladeira e vou tirando as colheradas para tomar, antes, mexendo bem o conteúdo.
Em data recente (2004), estava com um FERIMENTO INDOLOR NO PÊNIS, ele foi aumentando alcançando a glande tomei inúmeros medicamentos e usei muitas pomadas, inclusive antibióticos e ante-inflamatórios, a auto medicação não resolveu o problema, muito embora tenha tido a ajuda de especialistas das farmácias, sem outro recurso, procurei um urologia e ele, após examinar-me, me disse que eu estava com “HPV”, codiloma ou “mal do Papa Nicolau”, doença venérea transmissível e mais comum em mulheres, tal médico marcou um exame de biopse para a semana seguinte a da consulta. Fiquei desesperado por nunca ter traído a minha esposa nos 38 anos de casado e, também, sabendo que ela me era fiel e, por ser de uma família vitima do câncer. Dias antes do exame da biopse, um amigo de cognome “Marquinhos” me aconselhou a procurar um “Benzedor” velho e experiente e, com ele, fui até ao senhor “Raimundo” que, ao primeiro exame, me disse: ISSO É “COBREIRO DE LAGARTIXA!”, me benzeu e, três dias depois, estava praticante curado, após, procurei um outro urologista que me informou que a minha cura era completa e se eu tivera “HPV”, ele rasgaria o seu diploma. Não acredito que o primeiro urologista tenha agido de má fé, prefiro acreditar que ele pensou que era a doença por ele diagnosticada, apenas, deveria esperar o resultado da biopse que pretendia. O Benzedor foi colocado no meu caminho pelos meus protetores do além. As posições que, tomadas por mim, com relações aos males especificados, foram do meu livre arbítrio, o fazendo como uma cobaia de mim mesmo, preliminarmente, não aconselho a ninguém imitá-las tomando por base às minhas experiências, primeiro, em razão do fato de determinados “remédios” ser bom para uma pessoa e ruim para outra, segundo, essas deliberações devem partir da consciência de cada ser inteligente em consulta ao seu interior... Morada do Espírito Santo!
Este mês, comecei a ter problemas em toda a minha COLUNA VERTEBRAL, não podia nem olhar para o meu tórax e, abaixar, era um sofrimento. Procurei um farmacêutico e ele “diagnosticou: Você está com problema na próstata!”, apesar de estar beirando os 70 anos, não fiz os exames, apenas, retornei para a urinoterapia acompanhada da natação, sem água, pelo meu quintal e, tomando comprimidos de “Pílulas de Lussem”: Cinco dias depois... Estava completamente curado!

*
Sou um daqueles que acredita nos curandeiros, benzedores e. médicos!, Os primeiros, muitos das vezes, sem nenhum estudo, “receitam remédios” das mais variadas espécies e informais, os últimos, formados em faculdades e prescrevendo medicamentos convencionais; no centro de todos eles estão os doentes, pacientes de algum mal, entretanto, esse mesmo paciente trás dentro de si uma chama viva suficiente para ajudá-los na própria cura, desde que saibam soprá-la na direção correta e que esteja atento aos sinais para fazê-lo de forma condizente. Essa chama é o termômetro que mede o grau de competência dos facultativos, curandeiros ou benzedores, que precisam, para ajudar o doente, fazê-lo impregnar de bons fluidos animando a chama e derrotando a doença, mesmo sem um diploma que confirme a habilitação de quem cura, e os nivele no tocante a cátedra escolar, sendo, em muitos casos, até um substituto informal das faculdades de medicina.
Quando o doente procura o médico, curandeiro ou benzedor, levando consigo a fé de ser curado,  praticamente, está indo à fonte com um balde cheio de esperança e, lá, só irá pegar a água apenas para completar até a borda, principalmente, em razão de estar, também, fazendo uso do seu livre arbítrio e obedecendo a voz  interior que o acirra à procura desejada.
É CLARO QUE NÃO ESTOU CONTRA OS MÉDICOS, O PRÓPRIO JESUS FOI UM DELES! Simplesmente, estou tentando explicar que A MAIOR CURA DE QUASE TODOS OS NOSSOS MALES ESTÁ DENTRO DE NÓS MESMOS, bastando, tão somente, saber auscultar o nosso interior e medir às conseqüências de nossos atos, primeiro, para não nos expormos voluntariamente aos males e, segundo, ouvindo o nosso foro íntimo, tomando decisões acuradamente e com... FÉ!

(BARACHO - Março 2004)
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Sebastião Antônio Baracho Baracho
Enviado por Sebastião Antônio Baracho Baracho em 03/11/2006
Código do texto: T281194
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Sobre o autor
Sebastião Antônio Baracho Baracho
Coronel Fabriciano - Minas Gerais - Brasil, 79 anos
421 textos (19439 leituras)
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Sebastião Antônio Baracho Baracho