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Qual a Temperatura da Vida? Parte II - Deserto

 Depois do peixe gelado no seu lago, chegou a era das borboletas. Apesar de terem um curto período de vida, elas o vivem intensamente, às vezes com dor, mas sempre com ardor e muito Amor, pois a vida é pequena e as coisas que temos para viver são muitas e variadas,o tempo escasseia,por isso não percamos tempo com coisas inúteis e sem sentido.
 A travessia da borboleta, pela imensa planície do deserta é dificil, mas não impossível, sempre com alegria ela vai voando bela, cheia de cores, passageira do vento, flutua levemente pelos perigos quentes do deserto. Não tem medo, quebra todas as barreiras, não se deixa influenciar por coisas alheias, o seu único objecticvo é chegar ao mar, dar um banho e morrer feliz. Afinal sempre há esperança. A vida queima, mas continua, tenho que viver ao máximo, sair de casa, sair à rua, pois mesmo que encontre a morte numa esquina essa esquina vai ser o meu mar e lá, onde está a fronteira entre a vida e a morte eu não terei medo, pois sei que vivi
intensamente e sei que fui feliz.

Nota: A porta da morte não é a última saída
Rigo
Enviado por Rigo em 29/06/2005
Reeditado em 29/06/2005
Código do texto: T28999
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Sobre o autor
Rigo
Portugal, 31 anos
78 textos (4138 leituras)
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Rigo