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Texto

A FOFOCA

FOFOCA


Bem amigos da rede globo ou não, opa... Isso não é criação minha, (E não, eu não recebi nada pra falar a palavra globo, só achei idiota e engraçado falar). Vamos pra o que interessa, depois dos últimos textos tão sentimentais, quem dera falar apelativos, mudaremos o ritmo, navegaremos por outro lado da vida (Chega de lenços, vamos acabar com esse chororô), Deixaremos as coisas mais leves desta vez, esse tema é quase humorístico, quase mesmo, pois, também irei falar coisas sérias sobre a nobre fofoca. Esse assunto é fácil mesmo, poderia ser outra pessoa que escrevesse e daria quase o mesmo contexto, fácil de entender, e é claro comprovado por todos nós, que com certeza já formos vitimas do falatório, ou fofocamos sobre a vida de alguém, mesmo que seja uma coisa mínima a parada, ou uma calunia criminal.

Passeando nas minhas pesquisas inventadas, acabei descobrindo algo que é fato, testemunhado e assinado pelos estudiosos, conceituados mestres do assunto, afirmando assim que, quanto menor a cidade mais forte é a fofoca, a coisa pega mesmo, se espalha logo, mais rápido do que internet banda larga no Japão. Tem cidade que nem precisa radio o povo que da noticia em primeira mão. Casos sérios e engraçados, o que não podemos negar é que isso quase cultural tem fofoqueira que já é patrimônio cultural da sua cidade.

Completando meu estudo, analisei então que a fofoca se divide em duas partes: têm aquelas com a galera daí alguém fala algo, uma besteira sobre outro colega, mesmo sendo feio isso é algo leve, acho que não existe o sangue no olho, nem nenhum pacto com inferno pra prejudicar ninguém, um assunto qualquer, esse tipo de fofoca é tradicional, tanto homens quanto mulheres sempre falam de alguém quando estão em seus grupos, sendo na mesa do bar ou no salão de beleza, qualquer que seja o lugar, apesar de que no universo feminino dizem que é maior e mais freqüente a fofoca, não posso dizer que é verdade, mas se o povo diz, deve ter algo favorável a isso, enfim é o tipo de fofoca comum, não ajuda nem faz mal a ninguém. (Prefiro não afirmar quem é mais fofoqueiro, continuo imparcial, para a minha própria garantia de que ninguém ira mim “xingar” ao final da leitura). Agora passando pra outra face da fofoca, a parte negra da história, aquela que é pra desmoralizar as pessoas, como existe anjos na terra, existem fofoqueiras também, em cada esquina sempre tem uma, ou um, eu li em um livro que essas pessoas sofrem de um problema sério de “falta de vergonha na cara”, falam de tudo que se meche na rua, aumentam e até mentem pra ter sua audiência, é complicado, às vezes prejudicam alguém com uma mentira, acabam casamentos, namoros, planos de assaltos e por ai vai, acho eu que eles recebem viu, por que tem gente que toma conta da vida dos outros mais do que toma da sua. É impossível entender esse tipo de pessoa, será que existe algum concurso publico pra “comentarista da vida alheia”, pois o povo não brinca em serviço, fala e fala mesmo. O pior é que rende e rende muito, os fofoqueiros tem um poder de manipulação, cria em um copo d’água, grandes tempestades.

Sinceramente não consigo imaginar como uma pessoa pode ser tão banal, “puts” estragar a vida de alguém com seus boatos e conversinhas, pros fofoqueiros eu deixo meu recadinho “Morreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee diabo”. Eu tenho até um trauma, toda vez que me orelha esquenta do nada eu já imagino alguém falando de mim, é trágico e angustiante, pra não esquecer tem um truque, quando um fofoqueiro entrar em sua casa, você deixa uma vassoura de trás de alguma porta, só assim ele vai embora e não fala de sua vida. (Não é garantido que der certo)


Pra que meu texto não vire fofoca na boca dos críticos, dizendo por aqui que escrevo bíblias e não crônicas, pela pequena extensão delas, antes de tudo eu peço que me desculpem por cansar-los nobres leitores preguiçosos. Enfim pra fechar esse breve resumo sobre a tal e famosa fofoca, deixo-vos com essa frase, “A vida é que nem mãe, cada um tem a sua, pode deixar, eu tomo conta da minha”, obrigado por tentar ajudar. Bem vou indo, mas como uma fofoca eu sei em breve voltarei falando bem ou mal de outra coisa qualquer da vida.
Diêgo Vinicius
Enviado por Diêgo Vinicius em 26/04/2011
Código do texto: T2931987
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Diêgo Vinicius
Estância - Sergipe - Brasil, 23 anos
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